Frases e Palavras de Impacto de Sandro Paschoal Nogueira

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“⁠Gemendo, a terra inteira... Por onde o sonhador passa... Fizeste-me mil maldades... Com que a sua alma se alimenta... Porque verdadeiramente sentir é tão complicado? Como o mal feito está feito... Agora a ti... Verei como degradado... Que somente a mim... Andando... Fingindo-me enganado... Sobrevivi... A tua falta de cuidados... Amigos que pensam confundir-me Eu tenho pena... Que tentam destruir-me... O mal por si, aviso, não se sustenta... De haver falhado em tudo... Como tropeçar no capacho... Que esconde as sujeiras do mundo... Erro ao acaso... Será o fado? À imagem do meu próprio desejo... Ser tolo é uma arte... Abrigar fel no peito... Até tanto que não sente... Enquanto arde... Pastoreando hei de viver... E o diabo loiro, como me chamava... Há de prevalecer... Sou eu, eu mesmo... De tudo qual resultei.... Fizeste por ti merecer... Mudei... Passei... E sem ti descobri... Que posso bem viver... Sandro Paschoal Nogueira”

Autor: Sandro Paschoal Nogueira
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“#Corrente #chamada #de #vida... Tem que se estar vivo para contrariar... Tem que estar vivo para aceitar... Não interessa o que os outros possam de mim dizer, fazer ou pensar... O que vai acontecer, acontecerá... Saber o momento certo... De deixar-me levar... Vontade de ir além do que espero... De chegar perto... De olhar sem dizer nada... Perder-me no horizonte... Voar sem ter asas... Caminhar sobres os astros... Onde as pedras de minha rua... Parecem luas... Admirar as estrelas que descem dos céus... Fazendo pedidos em segredos... Sentindo a carícia dos ventos... Quero a paz das fontes d'água... Ouvir o murmúrio doce... Sentar imóvel ao seu lado... Sem precisar de um motivo... Sem saber como... De silêncio em silêncio... Abrir minha janela na alvorada... Sereno indo embora... Gotas cristalinas... Que no sol se espalha Me convidando por mais um dia... Admirar a harmonia... Do cantar da cotovia... Não ficar triste... Não deixar ninguém me magoar... Que seja doce a noite... E no dia que se avizinha... Vou olhar os caminhos... E o que tiver mais coração.. Vou seguir... Para sempre, sempre.. Assim... Sandro Paschoal Nogueira”

Autor: Sandro Paschoal Nogueira
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“#Ecos #de #silêncio #que #chama... Sombra de cada um que passa... Pelas pedras azuis... Calçadas... Encantar da chuva que forma... Em tarde calma... Silenciosa... Um coração solitário... Que a tudo observa... Da tranquilidade... Faz a paz... E assim o espírito eleva... Sonhos criam asas... Que bebe em cântaros de saudades... Aos céus sobe... Em meio às potesdades... Do mundo leva a ilusão... Do que foi e não deveria ser... Do dito pelo não dito... Do que deveria esquecer... No Supremo se aninha... Sua alma encontra a felicidade... Inocentemente retornando... A sua mais tenra idade... A brisa perfumada... Então o chama... Embalado em suas asas... Retorna à realidade... E de volta às pedras azuis... Da cidade que ama... A tarde finda... No céu a lua desponta... Deixando para outro dia... A chuva que se formava... Sandro Paschoal Nogueira — em Trav. Profa. Geralda Fonseca.”

Autor: Sandro Paschoal Nogueira
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“⁠Há de viver, pastoreando... Com coração jovem, ousado e arejado... À coroa de espinhos dos sentidos... Onde o luar o banha... Suavemente ofendido... No silêncio sob os lábios frios... Ninguém está a escutar... O sacro se mistura ao profanos... O tato que devora, sem dó nem piedade... No dispersar dos anos... Perde a consciência... Sem hora, nem idade... Na madrugada que ronda... Sem rumo, sem afronta... Fatigado de estar, sem força, nem fumo... Sob tudo que fez, sem glória nem fama, Do medo que perdeu, sem dor nem chama... Quando a noite vem... Com sombras profundas... Por Deus, pelos Poetas, pelo mundo, clama... Eu a si pergunta: -Valeu? O silêncio responde... E o eco da voz, sem resposta... Se desfaz ao vento... Que o abraça... Em meio à escuridão... Sem luz, nem guia... Busca respostas... Mas só encontra sombras frias... Só o eco dos seus passos... Sem destino, nem meta... E o vazio que o consome... Sem paz... Sem ser clemente... Para ele, de frente, sorri... Na solidão da alma... Onde sombras dançam... Procura a luz... Procura colo... Mas só encontra trevas que o cercam... E ainda assim, continua buscando... Um sentido... Uma razão para viver... Para sonhar... Para ofuscar o seu sofrer... Sandro Paschoal Nogueira”

Autor: Sandro Paschoal Nogueira
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“#Espelho... Espelho meu... Diga-me a mais pura verdade... Por vezes à noite... Vejo um rosto... Que me olha de forma suspeita... Meio a contra gosto... Será que minha alma... Reflete minha imaginação ? Esta ou aquela... Pouco me importa... Se tudo for ilusão... Por fora as pessoas me vêem como querem... Uns com olhos bons... Outros não... Conforme coração... Sou alma imortal... Espírito livre... De longas eras advenho... Do tempo um viajante... Nesse espaço de agora... Somente um errante... Espelho... Espelho meu... Pergunto a ti agora... Se tudo vai bem... No correr das horas... Não é por vaidade... Pesa o tempo... Pesa idade... Vivendo nas coisas além de mim mesmo... Descobrindo erros e qualidades... A cada dia nascendo à vida... Não minta espelho... Conte-me sua verdade... Por que persiste? Por que repete? Do jeito que é... Esse silêncio torturante... Nada me fala... Pouco me mostra... Não me revela... O saber... Mostra meus olhos cansados... De um menino que sustenta esse homem... Um dia... Muito além... Esquecido...abandonado.... Espelho... Espelho meu... O que terei agora? Dissipando minha claridade... Arrancando minhas possibilidades... O que foi compreendido não existe mais... Ah... Como sou fulgaz... Espelho... Espelho meu... Desdenhei a realidade Mostrou em mil imagens... O que minha alma grita... Diante de sua cruel verdade... Sandro Paschoal Nogueira”

Autor: Sandro Paschoal Nogueira
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“Sandro Paschoal Nogueira #Ah...#triste #jacú... Jacú tão triste... Sob garoa... Sob chuva... Indolente... Hoje não canta... Hoje nem pia... Não procura suas frutas... Tristeza é sua companhia... Triste jacú... Por que tamanha tristeza? Sozinho... Assustado... Calado... Com frio... Molhado... Não quer voar... Para onde iria? Tão triste jacú... Jacú tão triste... O céu o compreende... O firmamento chora... Vendo a grande tristeza de coração... Aumentando mais sua solidão... O vento frio sopra... Convidando o jacú para brincar... Mais ele não quer... Não quer voar... Só quer ficar assim... Aguardando... Esperando... Sabe-se lá o por quê... Ah... jacú triste... Tão triste jacú... Que fez o jardim... Também triste chorar... Deixem assim o jacú triste ficar... Quem sabe amanhã... Quando o sol voltar a brilhar... Faz a tristeza do jacú ir embora... E ele feliz... Volte a voar... Sandro Paschoal Nogueira”

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“⁠Eu sou o reflexo de mim mesmo... Fragmentos de sonhos... Um espelho quebrado... O que fui, o que não fui, tudo isso sou... Um mosaico de erros e acertos, em movimento... A vida me moldou, com mãos de vento... E eu me dei conta, de que sou frágil e flexível... Aceito as curvas, os altos e baixos... E aprendo a dançar, com os pés descalços... No alento da existência, eu me encontro... Alma flutuante, entre engano e desengano... Mas ainda assim, eu sinto, Que há uma luz, que me guia e me sustenta... A rir, desnudo de sonhos não realizados... No cais de onde nunca parto... Sandro Paschoal Nogueira”

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“Vazios que se preenchem... Semelhantes e tão diferentes... Não sou tudo... Mas de tudo sou um pouco... E do nada que pronuncia... Surjo como um louco... Não tenho medo de me expor... Livro aberto... É melhor ser sincero... Do que um traidor... Luto comigo mesmo... Todo dia... E cansado da luta... Às vezes... Me entrego... É me deito... Quase não sorrio... Não tenho assim tanta vontade... Choro mais com facilidade... Porém faço isso sozinho... Não permito muita liberdade... Nesse umbral que vivo... Não quero viver na infelicidade... Quando pensamento sombrio... De mim se acerca.... Penso em algo a fazer... Talvez pintar... Talvez escrever... Me entregar jamais... Não pode ser... Plantar uma flor ... Bem tanto me faz... O beijo do sol... O vento amigo... Uma volta na rua... Um bom dia... A boa tarde... Um sorriso de amizade... Rir das dores... É o melhor a fazer... Aquietar o coração... Acreditar que nada é em vão... Perceber nos gestos alheios... Nos olhares trocados... Tanto em comum... Assim minha alma fala... Tecendo essas poucas palavras... Sandro Paschoal Nogueira”

Autor: Sandro Paschoal Nogueira
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“⁠E vinha vindo a noite por entre os pinheiros... E vinha a sonhar... E perguntava-me ... Por que te devo amar? Porque há vida... A doer com as mágoas... A rolar as lágrimas... Por que andas de repente... Entre idas e voltas... Dos que esperam a luz... Em densas trevas... No vácuo mudo... De um desolado coração... De quem não espera... A sua compaixão... Do esquecimento inviolável... E olvida, como quem está já morto… E, interrogando o destino... Sente desconforto... Verdade... Qual delas? Que estão além das cousas transitórias. .. Correr do tempo onde o amor se perde... Para onde vais... Sem eu poder ficar? Sandro Paschoal Nogueira”

Autor: Sandro Paschoal Nogueira
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“É melhor ficar atento aos lugares e as pessoas.... Que procurar sonhos... Encontrando desilusões... Na rua em que eu moro... Pedras azuis... Conhecem minha história... Vivi ardis... Testemunhas de minha trajetória... Tudo aqui é um palco de emoções... Pecados deliciosamente cometidos... Sem arrependimentos... Sem perder juízo... Uma vida cheia de cores... Valores... Sabores... De tudo um pouco... Experimentei.. Com moderação... Sem me perder... Meus erros fazem parte da minha vida... Errar também é um acerto... Um jeito... De melhorar... Certeza sempre tive... Carrego comigo essa idéia.. Manter a chama acesa... Que nunca deve se apagar... E na esperança que um dia tive... Meus sonhos sempre irão se abrigar... Ao homem é permitido... Estender suas asas ao infinito... A liberdade é plena... Horizonte pode alcançar... A mais bela estrela pode tocar... Sonhar, viver, sentir... Fazer seu destino... Por aí... Quando ama tudo transforma... O fel vira mel... As distâncias se encurtam... Nasce então a Poesia... Fazendo-se presente... A alma sente... Tormentas da vida perdem o sentido... Não há perigo... Em coração alheio... Encontra abrigo... As mãos entrelaçadas... Antes distantes... Agora alcançadas... Fazem bater em uníssono ... O coração partido... Possuindo um sentido... É tão bom sorrir... E nos olhos do amor se ver... Rosto enrusbescer... Corpo tremer... Ah... Quero voltar a amar... E tudo isso voltar a sentir... Permita Deus que eu possa... Antes de partir... Deixando de sofrer... Mais uma vez viver... Sandro Paschoal Nogueira — em Conservatória Pousada Chic Chic Casa do Sandrinho”

Autor: Sandro Paschoal Nogueira
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“#A #vida #é #uma #festa... Que ninguém sabe a hora de terminar... Uns partem dela cedo... Enquanto outros continuam a bailar... No abrir dos olhos pelas manhãs... Já é hora de festejar... Um corpo limpo... Um sorriso para nos enfeitar... Roupa é só pano... Traça come cedo... Porém combinar as cores... É só um começo.... Após o banho... Creme em toda pele passar... Hidrata e amacia... Levanta nossa estima... Perfume é um outro segredo... Doses certas sem exagerar... Qualidade acima de tudo... Para a todos agradar... Roupas limpas, bem passadas... Bonitas para usar... Quem não se enfeita... Por si já se enjeita... Tem que impressionar... Belos sapatos formam um par... Escolhido com cuidado... Lustrado...bem escovado... É a base do caminhar... Tem pessoas que não ligam para os pés... Já começam a errar... Pés limpos, lindos , calçados... Faz desejo aflorar... Uma calça com vinco... Traduz com ímpeto... Personalidade forte... Com viço... A camisa tem que ser a que combina... Com as cores do dia... Discrição aconselha... Pode usar brilho... Cor opaca se desejar... Listras ou xadrez a escolher... Quem decide é você... Elegância é de berço... Mas todo mundo pode ter... Começando a se gostar... E fazendo por merecer... Antes de sair de casa... Última olhada no espelho... Tudo alinhado... Merece respeito... Aprenda a bem viver... Cama e comida cara é de hospital... E cemitério tão cedo... Ninguém quer ver... Festeje com alegria... A graça recebida... De viver... Sandro Paschoal Nogueira”

Autor: Sandro Paschoal Nogueira
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“#Foi #numa #noite #bela... Foi numa estrada sem fim... Foi sob as estrelas... Que aquele homem veio até mim... Quando eu chegava ao fim... Quando eu não tinha mais nada... Em madrugada solitário... Aquele homem veio até mim... Não sei de onde surgiu... Qual vento o fez vir... Sorrindo... Aquele homem veio até mim... Em seus olhos eu pude me ver... Sua força pude sentir... Sua voz grave e rouca... Falou assim para mim... "Não há estrada real... Para a felicidade se encontrar... Há quem seja feliz... Sem nada ter... Há quem seja triste... Sem fazer por merecer... Ninguém se perde em estrada reta... Nem mesmo em noites sem luar... Verdade não é caminho para riqueza... Sabedoria é que deve procurar..." O cavalheiro da noite então perguntou: "- Qual a sua estrada homem? - O que quer tu encontrar? Cada um faz seu destino... Cada um paga o que deve pelos desatinos... Viver é um desafio..." A lua se escondeu... E um forte vento soprou... E na poeira que levantou... Aquele homem que veio até mim... Desapareceu... Continuei a caminhar... Tendo as estrelas como companhia... A noite eu já não mais temia... Sabia que ali estava... Em oculta companhia... Aquele homem que veio até mim...”

Autor: Sandro Paschoal Nogueira
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“#Se #o #meu #coração #ainda #insiste... Em bater nesse peito... Descompassado e sem jeito... Por ti, ainda existe... Te quer bem e não desiste... Não reclama, nem lamenta... A tudo suporta e aguenta... Mas saiba de uma coisa... Uma hora vai parar... Não mais lamente... Quando esse tempo chegar... Seus carinhos hoje negados... Nossos erros passados... Pois sempre lhe avisei... Que assim um dia... Seria... Depois de muito esperar... Em um dia como outro qualquer... Uma nova oportunidade de ser feliz... Aparecerá... O amor não sabe esperar o dia amanhecer... Quer sempre agora... Quer sempre se fazer acontecer... Não sei o que Deus me reserva... Se terei outras auroras... No compasso e descompasso... Vejo findar as horas... Me ame agora com paixão... Esquecendo do mundo lá fora... Junte sua mão a minha mão... Minha alma revigora... Não vale a pena sofrer, meu amor... Como se nada tivesse acontecido... Todo esse tempo de dor... Jamais deveria ter existido... Um dia, quando você menos esperar... Sentirá a falta desse amor perdido... Sofrerá por não mais encontrar.. Em meu coração seu abrigo... Sandro Paschoal Nogueira”

Autor: Sandro Paschoal Nogueira
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“⁠Que horas são? Hora dos abandonados... Hora dos degredados... Hora dos apaixonados... Hora dos que andam à noite... Hora dos papos furados... Hora dos perdidos, desavisados... Hora dos mal acompanhados... Dos que buscam encontrar... E não são encontrados... Que horas são? Hora em que o tédio abate sem cessar… Hora das conversas vazias... Das conversas dos bêbados em sofreguidão... Hora daqueles que escondem suas tristezas , de sua solidão... É a hora que vejo tantos sorrisos... E que percebo tantos corações contritos... Que horas são? Hora dos que morrem sem amar… Hora daqueles sempre a procurar... Hora dos que se entorpecem... Dos que gargalham alto... Hora dos copos cheios... Dos trabalhadores assalariados... Que escondem sua insatisfação... Hora das mesmas mesmices rotineiras... Das almas e sombras alheias... Que horas são? É a hora de quem sonha... De quem a tudo ama... De quem tem a inocência... De planejar e poder crer... Que tudo será bom... Mesmo que nada aconteça... Que horas são? É a hora do mistério... De acreditar que tudo será bom e diferente... E que no meio de tanta gente... Hora que o doente... Pede para sarar... Que horas são? Hora da saudade... Do flete sem maldade... E se há, disfarça... Hora das sombras que se formam... Dos hipócritas cheios de santidade... Perante a realidade... Que fingem ignorar... Que horas são? Das conversas vazias, sem precisão... Hora perante o que os homens fazem... Escondendo-se atrás da sobriedade... De todas as vidas, abstratas ou concretas... Verdadeiras ou falsas... Eu sofro sem penar a vida... Parado no cais de onde nunca parto... Ao acaso, sem âncora... Vagando no tempo... Apenas sonhando... Em ser mais amado... Sandro Paschoal Nogueira”

Autor: Sandro Paschoal Nogueira
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“#Ele #morreu... Ninguém sabe o porquê... Overdose de amor... Talvez por sofrer... Desde a tenra idade foi criança solitária... Brincava sempre sozinho... Seus sonhos era seu ninho... De vontade forte... "Diabo louro" era chamado... Muito tímido... Algumas vezes confundido... Com moleque mau-criado... Era diferente... Brincava sozinho de pique-esconde... De Deus ele se escondia... E rindo como podia... Desafiava a divindade... Para lhe encontrar naquela folia... Imaginava que o mundo era todo seu... Estranha e grande fantasia... Inocentemente feliz... Enquanto crescia... Ele dizia que era tão bom... Quando o pai lhe carregava em seus ombros... Seu avô o chamava de "bolinha"... E quando sua mãe preparava guloseimas... Não saia da cozinha... Brincava no barro... Caminhão... Casinha... Brincadeiras de roda... Era só alegria... Jogava peão... Sempre ganhava na amarelinha... Mas foi crescendo... E triste foi ficando... Descobriu o chorar... Quando muitos no céu foram morar... As peraltices deixaram saudades... Quando se apaixonou pela primeira vez... A criança foi embora... O rapaz apareceu... E na paixão não correspondida... Sofreu... Sonhou, um dia, ir embora... O mundo descobrir... Dizia que queria viver... Fazer por merecer... Continuar a crescer... Não mais sofrer... Então... Na ilusão presente... Conheceu muita gente... Acreditando que tudo era bom... Se perdeu... O espelho lhe enganou... Promessas falsas lhe fez... Maldade o circundou... Sua fé pereceu... Sorriso perdeu... Teve medo de abraçar... Teve medo, de mais uma vez, se doar... Anos foram passando... E ele sempre lamentando... Pelo mundo mágico que um dia acreditou... Pela magia que terminou... Nunca mais confiou... Nunca mais amou... Nunca mais sentiu... Tudo esfriou... As pedras azuis podem testemunhar... Mas são caladas... Não querem essa história contar... As árvores jazem mortas... Foram seus pais que plantaram... Disseram a ele que, em suas sombras, teria abrigo... Quando, já não mais aqui estivessem... Tudo se foi... Restou para ele o testemunho vazio dos tijolos... Da casa que em dias passados... Felicidade fazia morada... Das belas flores de sua mãe... Tão perfumadas... Do colo do pai... Abrigo escondido.... Descobriu lentamente... O tempo é um professor... A amadurecer... Superar a dor... "- Assim é a vida... " Dizia... Aprendeu... Acostumou... A colecionar alegrias... E guardar as tristezas também... Do cálice da amargura... Ele não bebeu... Mas também não temia... Sabia... Que tudo nessa vida é efêmera... Que termina um dia.... Desde a grande alegria... Até a torturante agonia... Ele confiou em Seu Criador... Pois ter fé... É aceitar sem realmente saber... O que está para acontecer... E sempre vale a pena viver... Sandro Paschoal Nogueira”

Autor: Sandro Paschoal Nogueira
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