#Ecos #de #silêncio #que #chama... Sombra de cada um que passa... Pelas pedras azuis... Calçadas... Encantar da chuva que forma... Em tarde calma... Silenciosa... Um coração solitário... Que a tudo observa... Da tranquilidade... Faz a paz... E assim o espírito eleva... Sonhos criam asas... Que bebe em cântaros de saudades... Aos céus sobe... Em meio às potesdades... Do mundo leva a ilusão... Do que foi e não deveria ser... Do dito pelo não dito... Do que deveria esquecer... No Supremo se aninha... Sua alma encontra a felicidade... Inocentemente retornando... A sua mais tenra idade... A brisa perfumada... Então o chama... Embalado em suas asas... Retorna à realidade... E de volta às pedras azuis... Da cidade que ama... A tarde finda... No céu a lua desponta... Deixando para outro dia... A chuva que se formava... Sandro Paschoal Nogueira — em Trav. Profa. Geralda Fonseca.