Nota: Trecho da crônica Nos primeiros começos de Brasília.
“O que me atormenta é que tudo é "por enquanto", nada é "sempre".”
“O que me atormenta é que tudo é "por enquanto", nada é "sempre".”
“A virgem em todas as mulheres Toda mulher, ao saber que está grávida, leva a mão à garganta: ela sabe que dará à luz um ser que seguirá forçosamente o caminho de Cristo, caindo na sua via muitas vezes sob o peso da cruz. Não há como escapar.”
Ler frase completa →“Aceitar-me plenamente? É uma violentação de minha vida. Cada mudança, cada projeto novo causa espanto: meu coração está espantado. É por isso que toda minha palavra tem um coração onde circula sangue.”
Ler frase completa →Nota: Trecho da crônica Nos primeiros começos de Brasília.
“O que me atormenta é que tudo é "por enquanto", nada é "sempre".”
Nota: Trecho da crônica Dies irae.
Nota: Trecho de entrevista dada por Clarice Lispector a Júlio Lerner em 1977.
Nota: Trecho da crônica O “verdadeiro” romance.
Nota: Trecho da crônica O “verdadeiro” romance.
Nota: Trecho de carta escrita a Tania Kaufmann, em 6 de janeiro de 1948.
Nota: Trecho do conto Devaneio e Embriaguez duma Rapariga.
Nota: Trecho da crônica A lucidez perigosa.
Nota: Trecho do conto Felicidade clandestina.
Nota: Trecho da crônica O impulso.
Nota: Trecho da crônica “Precisa-se”.
“Minhas desequilibradas palavras são o luxo de meu silêncio.”
Nota: Trecho da crônica A princesa (Final).
“Sinto-me derrotada pela minha própria corruptibilidade. E vejo que sou intrinsecamente má.”
Nota: Trecho da crônica Ao Linotipista.
Nota: Trecho da crônica Saudade.
Nota: Trechos do conto É para lá que eu vou.
Nota: Trecho do conto Restos do carnaval.
Nota: Trecho de entrevista a João Salgueiro, Affonso de Sant’Anna e Marina Colasanti para o Museu da Imagem e do Som, no Rio de Janeiro, em 20 de outubro de 1976.
Nota: Entrevista de Clarice com Chico Buarque.
Nota: Crônica Mais do que jogo de palavras.