“Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... Ou toca, ou não toca. (trecho de entrevista dada em 1977) Liberdade é pouco, o que eu desejo ainda não tem nome. (Perto do coração selvagem) Sou implícita. E quando vou me explicitar perco a úmida intimidade. (Água viva) Lembrar-se com saudade é como se despedir de novo. (Água viva) A única verdade é que vivo. Sinceramente, eu vivo. Quem sou? Bem, isso já é demais. (Perto do coração selvagem) Queria saber: depois que se é feliz o que acontece? O que vem depois? (Perto do coração selvagem) Minha essência é inconsciente de si própria e é por isso que cegamente me obedeço. (Água viva) Agora é um instante. Você sente? Eu sinto. (Água viva) Saudade é um dos sentimentos mais urgentes que existem. (Crônicas para jovens: de amor e amizade) Escuta: eu te deixo ser, deixa-me ser então. (Água viva) Ela acreditava em anjo e, porque acreditava, eles existiam. (A hora da estrela)”
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Mais frases e pensamentos de Clarice Lispector
Nota: Trecho da crônica Nos primeiros começos de Brasília.
“O que me atormenta é que tudo é "por enquanto", nada é "sempre".”
Nota: Trecho da crônica Dies irae.
Nota: Trecho de entrevista dada por Clarice Lispector a Júlio Lerner em 1977.
Nota: Trecho da crônica O “verdadeiro” romance.
Nota: Trecho da crônica O “verdadeiro” romance.
Nota: Trecho de carta escrita a Tania Kaufmann, em 6 de janeiro de 1948.
Nota: Trecho do conto Devaneio e Embriaguez duma Rapariga.
