O Sol na varanda, antes que a cidade acorde O código de cores da manhã, dará pista de um novo norte O passado é como um velho cometa, abandonado a sua própria sorte Se perguntarem, não se esqueça: Eu não vou voltar
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Tenho andado tão estranha Diferente do que eu Costumava ser nos dias de abril Tenho andado tão distante de tudo Do seu mundo mudo Não sou mais como um vez você me viu
Está cansada de regar flores mortas E enfeitar o tédio Está cansada de ser concessão onde foi poder É preciso se reabilitar E chamar o amor-próprio de lar