“Ainda pior que a convicção do não, É a incerteza do talvez, É a desilusão de um quase! É o quase que me incomoda, que me entristece, Que me mata trazendo tudo Que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, Quem quase passou ainda estuda, Quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades Que escaparam pelos dedos, Nas chances que se perdem por medo, Nas ideias que nunca sairão do papel Por essa maldita mania de viver no outono. Pergunto-me, às vezes, O que nos leva a escolher uma vida morna. A resposta eu sei de cor, Está estampada na distância e na frieza dos sorrisos, Na frouxidão dos abraços, Na indiferença dos "bom dia" quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem Até para ser feliz. Atitudes valem mais do que palavras.”
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Nota: Trecho de "Quase" de Sarah Westphal
Nota: Trechos do texto "Quase", escrito por Sarah Westphal, mas muitas vezes atribuído a Luís Fernando Veríssimo
Nota: Trecho do poema "Quase", muitas vezes atribuído erroneamente a Luis Fernando Veríssimo.
“Felicidade, quando passa, dói. Tristeza, quando dói, passa. É tudo uma questão de tempo.”
Nota: Trecho do poema "Quase", muitas vezes atribuído erroneamente a Luis Fernando Veríssimo.
“Ainda pior do que a desilusão de um não ou a incerteza de um talvez, é a desilusão de um quase.”
Nota: Trecho do poema "Quase", muitas vezes atribuído erroneamente a Luis Fernando Veríssimo.
Nota: Trecho do texto "Quase", escrito por Sarah Westphal, mas muitas vezes atribuído a Luís Fernando Veríssimo
“Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.”
Nota: Versão adaptada de trecho do texto "Quase" de Sarah Westphal. Muitas vezes atribuído de forma errônea a Luis Fernando Veríssimo.