“Uma névoa de Outono o ar raro vela, (5-11-1932) Uma névoa de Outono o ar raro vela, Cores de meia-cor pairam no céu. O que indistintamente se revela, Árvores, casas, montes, nada é meu. Sim, vejo-o, e pela vista sou seu dono. Sim, sinto-o eu pelo coração, o como. Mas entre mim e ver há um grande sono. De sentir é só a janela a que eu assomo. Amanhã, se estiver um dia igual, Mas se for outro, porque é amanhã, Terei outra verdade, universal, E será como esta [...]”
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Mais frases e pensamentos de Fernando Pessoa
Nota: Trecho de "O Guardador de Rebanhos", do livro "Poemas de Alberto Caeiro", de Fernando Pessoa (heterônimo Alberto Caeiro).
Nota: Trecho de poema do livro "Odes de Ricardo Reis", de Fernando Pessoa (heterônimo Ricardo Reis).
Nota: Poema de Fernando Pessoa (heterônimo Alberto Caeiro).
Nota: Trecho adaptado de poema do "Livro do Desassossego", de Bernardo Soares (heterônimo de Fernando Pessoa).
Nota: A frase é muitas vezes atribuída a Mahatma Gandhi, mas não consta em seus escritos.
“O fim da arte inferior é agradar, o fim da arte média é elevar, o fim da arte superior é libertar.”