“Com duas pessoas eu já entrei em comunicação tão forte que deixei de existir, sendo. Como explicar? Olhávamo-nos nos olhos e não dizíamos nada, e eu era a outra pessoa e a outra pessoa era eu. É tão difícil falar, é tão difícil dizer coisas que não podem ser ditas, é tão silencioso. Como traduzir o profundo silêncio do encontro entre duas almas? É dificílimo contar: nós estávamos nos olhando fixamente, e assim ficamos por uns instantes. Éramos um só ser. Esses momentos são o meu segredo. Houve o que se chama de comunhão perfeita. Eu chamo isso de: estado agudo de felicidade.”
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Mais frases e pensamentos de Clarice Lispector
Nota: Trecho da crônica Nos primeiros começos de Brasília.
“O que me atormenta é que tudo é "por enquanto", nada é "sempre".”
Nota: Trecho da crônica Dies irae.
Nota: Trecho de entrevista dada por Clarice Lispector a Júlio Lerner em 1977.
Nota: Trecho da crônica O “verdadeiro” romance.
Nota: Trecho da crônica O “verdadeiro” romance.
Nota: Trecho de carta escrita a Tania Kaufmann, em 6 de janeiro de 1948.
Nota: Trecho do conto Devaneio e Embriaguez duma Rapariga.
