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Pobre é o amor que pode ser descrito.

Por William Shakespeare

Apocalipse, AP, 12:4, A sua cauda arrastou a terça parte das estrelas do céu, as quais lançou para a terra. E o dragão se deteve diante da mulher que estava para dar à luz, a fim de devorar o filho dela quando nascesse.

Por Apocalipse, Novo Testamento

O verdadeiro amor é um princípio elevado e santo, inteiramente diferente em seu caráter daquele amor que se desperta por um impulso e que subtamente morre quando severamente provado.

Por Ellen G. White

Ezequiel, EZ, 45:5, Os levitas, ministros do templo, terão uma propriedade de doze quilômetros e meio de comprimento por cinco de largura, onde poderão morar em suas cidades.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Salmos, SL, 2:11, Sirvam o Senhor com temor e alegrem-se nele com tremor.

Por Salmos, Antigo Testamento

Esta é uma confissão de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo. Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado. Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope. Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança de língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo do túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dê vida. Essas dificuldades, nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega. Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queda não ter aprendido outras línguas: só para que a minha abordagem do português fosse virgem e límpida.

Por Clarice Lispector

Mentiras são como as crianças: apesar de inconvenientes, o futuro depende delas.

Por Dr. House

Êxodo, EX, 27:16, À porta do átrio, haverá um cortinado de oito metros e oitenta de comprimento, de pano azul, púrpura, carmesim e linho fino retorcido, obra de bordador; as suas colunas serão quatro, e as suas bases, quatro.

Por Êxodo, Antigo Testamento

Lucas, LC, 9:38, E eis que, do meio da multidão, surgiu um homem, dizendo em alta voz: - Mestre, peço que o senhor olhe o meu filho, porque é o único que tenho.

Por Lucas, Novo Testamento

Isaías, IS, 58:5, Seria este o jejum que escolhi: que num só dia a pessoa se humilhe, incline a sua cabeça como o junco e estenda debaixo de si pano de saco e cinza? É isso o que vocês chamam de jejum e dia aceitável ao Senhor?

Por Isaías, Antigo Testamento