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Sem a pequena morte de toda noite como sobreviver a vida de cada dia?
Por José Paulo PaesPor José Paulo Paes
Por José Paulo Paes
Ficção científica Depois de uma viagem Pelo espaço sideral, O astronauta chegou Ao seu destino final: Um planeta diferente Cujo em cima ficava embaixo E o atrás ficava na frente. Um planeta tão estranho Que a sujeira era limpa E a água tomava banho Um planeta mesmo louco Onde o muito era nada E o tudo muito pouco Um planeta dos mais raros O seu ouro era de graça, O lixo custava caro. O astronauta não gostou E foi-se embora. Quando Pensou estar muito longe Viu-se outra vez chegando Num planeta onde, aliás, O embaixo ficava em cima E a frente ficava por trás...
Sem a pequena morte de toda noite como sobreviver a vida de cada dia?
Por José Paulo Paes