Mais frases de Johannes Brahms!

Não existem garantias. Sob a perspectiva do medo, nada é suficientemente seguro. Sob a perspectiva do amor, nada é necessário.

Por Emmanuel

Valoriza os amigos. Respeita os adversários.

Por Emmanuel

A língua revela o conteúdo do coração.

Por Emmanuel

Dom Juan infelizmente morreu agora o amado sou eu

Por Emmanuel

Se desejas partilhar o concerto das bênçãos divinas, ama e serve, sem cogitar de ser amado e sem a expectativa de ver-se servido...

Por Emmanuel

O homem justo paga a culpa do injusto.

Por Boécio

Dia da Criança Luzes nas ruas, risos, cores, brilho das vitrines em festa. Um carro, vestido novo, um trem. Gente que passa e não presta atenção nos que ficam à margem do encanto das luzes, no espanto do menino que erra sozinho, perdido na cidade. Que fere, maltrata e destrói com maldade os sonhos de criança. Que rouba no berço o carinho da mãe, que cedo levanta e tanto trabalha, escrava submissa do asfalto, alheio e sem dó de seu filho, tão triste e tão só. Com sua vozinha, fraca e cansada, fica nas ruas perdido a pedir por presente apenas um dia só seu; pois não sabe, afinal, distinguir, como alguém, que com fome cresceu, nos anúncios das lojas que gritam e proclamam que ele também é criança e esse dia é o seu.

Por Victor Motta

Noite de um inverno De repente, sinto que estou triste. Triste pelo que sou, Triste por tudo que não fui. Mas, não me aborrece Essa tristeza ,que vem E que flui através Do cinza-azulado da fumaça Do cigarro, projetada no teto Mal pintado de meu quarto. O silêncio amigo que habita Meu apartamento Divide comigo o frio da noite, Que também se vai. Penso em voltar, penso em partir, Em estar contigo, Em dividir essa tristeza A dois… Que grita dentro de mim, Dentro do quarto quieto, Frio, de ar viciado De teto mal pintado. Vejo as marcas incertas Do pincel, Como a arranharem Também dentro de mim A saudade do que era E a ansiedade do que será. Fecho os olhos, Molhados E penso num poema que faria, Se meus olhos molhados Não estivessem cansados, Fechados, Tentando esquecer Essa tristeza….

Por Victor Motta

Ilusões No silêncio da noite, sonho; Cenas, fatos, pessoas, momentos. Um passado distante, presente, Ainda, Me conduz em turbilhão; Tristonho, Recrio felicidades e histórias, No inusitado da imaginação. Busco em cantos de saudade Trazer ao cotidiano De agora As alegrias vividas a dois . O que era, perdeu-se, Partidos cristais. O que foi, são sensações, Nada mais. Os novos caminhos percorridos Não serão os mesmos de outrora, Jamais. Resta-me então reviver, No imaginário, as fortes emoções Do passado, num canto qualquer, Numa dobra escondida Da memória.

Por Victor Motta

Por quê? De repente o vazio Traz o som do nada, E no silêncio que crio Vem a ausência de tudo. Parado, incrédulo, mudo Não quero sentir a falta Que cresce no corpo E na alma, e maltrata O coração vacilante Com as incertezas De amante, De tristezas. Por que ir adiante Na ilusão fugaz Do amor vivido? O amargor que vem à boca É a perda sentida, E lívido Busco compreender o partir Sem adeus, sem porquê.

Por Victor Motta