Mais frases de Borget!

Josué, JS, 21:37, Quedemote com os seus arredores e Mefaate com os seus arredores. Ao todo, quatro cidades.

Por Josué, Antigo Testamento

Nunca ninguém conseguirá ir ao fundo de um riso de criança.

Por Victor Hugo

⁠Quer luz, estrela? Sobe num poste.

Por Juliette Freire

"Há de surgir uma estrela no céu cada vez que ocê sorrir, Há de apagar uma estrela no céu cada vez que ocê chorar... O contrário também bem que pode acontecer, De uma estrela brilhar quando a lágrima cair Ou então de uma estrela cadente se jogar, Só pra ver a flor do seu sorriso se abrir"

Por Gilberto Gil

Descubra, desenvolva e apoie boas pessoas, e em troca elas irão descobrir, desenvolver e criar boas ideias.

Por Ed Catmull

Noite tempestuosa O céu das opacas sombras abafado, Tornando mais medonha a noite feia, Mugindo sobre as rochas, que salteia, O mar em crespos montes levantado; Desfeito em furações o vento irado; Pelos ares zunindo a solta areia; O pássaro nocturno que vozeia No agoireiro ciprestes além pousado; Formam quadro terrível, mas aceito, Mas grato aos olhos meus, gratos à fereza Do ciúme e saudade, a que ando afeito. Quer no horror igualar-me a Natureza; Porém cansa-se em vão, que no meu peito Há mais escuridão, há mais tristeza.

Por Bocage

Nascemos para amar; a Humanidade Vai, tarde ou cedo, aos laços da ternura. Tu és doce atractivo, ó Formosura, Que encanta, que seduz, que persuade. Enleia-se por gosto a liberdade; E depois que a paixão na alma se apura, Alguns então lhe chamam desventura, Chamam-lhe alguns então felicidade. Qual se abisma nas lôbregas tristezas, Qual em suaves júbilos discorre, Com esperanças mil na ideia acesas. Amor ou desfalece, ou pára, ou corre: E, segundo as diversas naturezas, Um porfia, este esquece, aquele morre.

Por Bocage

Os amantes são assim: Todos fogem à razão.

Por Bocage

O autor aos seus versos Chorosos versos meus desentoados, Sem arte, sem beleza e sem brandura, Urdidos pela mão da Desventura, Pela baça Tristeza envenenados: Vede a luz, não busqueis, desesperados, No mudo esquecimento a sepultura; Se os ditosos vos lerem sem ternura, Ler-vos-ão com ternura os desgraçados: Não vos inspire, ó versos, cobardia Da sátira mordaz o furor louco, Da maldizente voz e tirania: Desculpa tendes, se valeis tão pouco, Que não pode cantar com melodia Um peito de gemer cansado e rouco.

Por Bocage

Liberdade, onde estás? Quem te demora? Quem faz que o teu influxo em nós não Caia? Porque (triste de mim!) porque não raia Já na esfera de Lísia a tua aurora? Da santa redenção é vinda a hora A esta parte do mundo que desmaia. Oh! Venha... Oh! Venha, e trémulo descaia Despotismo feroz, que nos devora! Eia! Acode ao mortal, que, frio e mudo, Oculta o pátrio amor, torce a vontade, E em fingir, por temor, empenha estudo. Movam nossos grilhões tua piedade; Nosso númen tu és, e glória, e tudo, Mãe do génio e prazer, oh Liberdade!

Por Bocage