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João, JO, 6:51, <J>Eu sou o pão vivo que desceu do céu;</J> <J>se alguém comer deste pão, viverá eternamente. E o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne.</J>
Por João, Novo TestamentoMateus, MT, 22:8, <J>Então disse aos seus servos: ´A festa está pronta, mas os convidados não eram dignos.</J>
Por Mateus, Novo TestamentoSe for verdade que todos viemos do centro de uma estrela, cada átomo em nós veio do centro de uma estrela, então somos todos a mesma coisa. Mesmo uma máquina de refrigerante ou uma ponta de cigarro é feita de átomos que vieram das estrelas. Todas foram reciclados milhares de vezes, como eu e você. Portanto, o que há lá fora é simplesmente EU, não há o que temer, não há com o que se preocupar. Então o que temer, pois tudo somos nós! Nós fomos separados por termos nascido, recebido um nome e uma identidade. Fomos separados da Unidade, e isso é o que a religião explora: as pessoas tem esse anseio por fazer parte da Unidade de novo, e isso é explorado, batizam-no de Deus, dizem que ele tem regras, e eu acho isso cruel. Acho que você pode fazer isso sem religiões.
Por George CarlinO Maior Espetáculo da Terra O pássaro voa sobre o céu aberto, várias alturas ousadas alçam muitas aves. Algumas, riscando o mar brincam de aeroporto e decolam nas ondas das águas e dos ares. Mas há asas e voar não é perigo; É mais que isso, voar é no corpo do pássaro uma forma de pensamento. Poderia citar todos os animais e seus lugares de existir e tudo seria admissível na linha do seu ir e vir. Mas o homem não. Sem garantia, se equilibra no fio do seu pensamento, sem que tenha asas, voa, e sem limite de aventura, até da natureza caçoa. Equilibrista, se apodera dos seus sonhos e de suas inesperadas iscas e vai rebolando no bambolê das pistas. Elabora, passa o mundo em revista, mas seu conteúdo chora, porque tem medo do risco. O risco ! Logo o risco, meu Deus, que é pai de tantas vitórias sobre tantos reclames. Bailarino do arame, homem que se consome no erro crasso da mesquinharia, da mentirosa segurança de que o mundo é sempre reto e as coisas, imutáveis, certinhas e sem alquimias. Mas diante do susto da mutante verdade, se equilibra no andaime que construiu e que sem sua criativa ousadia, jamais existiria. Trapezistas de trapézios inusitados, nos vemos na mão do destino como se dele não fossemos também autores. Senhoras e senhores da jornada geramos no mundo nossa ninhada e com ela o nosso projeto, nossa luta, porém é certo que nos volta com força bruta o ordinário fato de não pensarmos no que virá depois do nosso simples ato. Porque pertence ao homem a habilidade de ser sujeito transformador, de realizar todo dia o seu show de competência, engolindo o fogo do orgulho, se esquivando do atirador de facas, domando os problemas que rugem podando o pelos da Dona Insegurança, essa mulher barbada. Mas, respeitável público, o show não pode parar. Às vezes dói viver, às vezes dá preguiça de continuar, quando nos esquecemos que somos os construtores do tal arame onde andamos quando nos esquecemos que somos o motorneiro, o piloto, o barqueiro, o motorista e o garoto que gira o pião, que chuta a bola, que mira o gol, que gira o leme, que conduz o trem, o diretor e o ator que apresenta este espetáculo. Poderoso é o homem com seus esclarecimentos sobre o evento vida, poderosa é a vida sobre o homem que não a tem esclarecida. Para o homem basta um dia. Um dia de coragem. Um dia de luz. Uma atitude pode mudar a qualidade do seu trabalho, do seu cotidiano, e da sua história. O seu relógio pode ser o tempo que não desperdiça glórias, liberto de auto-piedades, com faróis que o projetem para além das idades, que o homem arquitete pilares brindando à realidade vindoura, que a chuva de aplausos ou vaias, fertilizem novos frutos seguindo a lógica da lavoura: o que cresceu? o que é que eu faço? o que tenho que molhar sempre? o que é que eu levo? o que é que eu passo? Não disfarço: O homem é o dono do homem Deus é cúmplice no livre arbítrio do picadeiro desse espaço. Escolhe o alvo, o salto e os movimentos no desprendimento que precisará para atirar-se nos braços do outro, na confiança no trapezista ao lado. Mágico, com surpresas únicas na cartola, com o suprimento intransferível de ser original e não simples cópia, reprodução, papel carbono de mais um animal, em um segundo ele muda tudo. De lenço para pombas, de pequeno para colossal. Acrobata, dono do seu corpo no mundo Malabarista, com uma civilização de pratos nas mãos e nos ares, esse homem escolhe a fera: pode levar ética ao circo ou apodrecer preso, como um mico, e sem ela. Contorcionista, se digladia entre a angústia, o medo, a depressão, a paralisia dos quais só o seu talento o salvaria e o salvará: Ergue-se então este homem flexível e não mais adia. Ao contrário, se apropria de seus reais valores, suas oportunidades, sua criatividade, sua alegria. Aqui está o homem: ave rara de todos os céus, soberano sujeito de suas possibilidades, criança sorridente, domador de seus passos e ao mesmo tempo palhaço estendendo seus sublimes braços, tentáculos no universo, sobre a lona dessa esfera, para ser, se quiser, o maior espetáculo da terra.
Por Elisa LucindaÉ a Ditadura é Tipo a Diabetes Silenciosa Vão Dizer Que é Inofensiva Até Que Seja Desastrosa
Por Cesar MCNão está vendo? - Continua Esperando, pois sua Esperança jamais será envergonhada.
Por Bispa Sonia HernandesOuço o cantar dos pássaros O barulho das águas a ecoar Maravilhas que encantam Onde o sol a despertar Anuncio já esta feito O novo dia para juntos triunfar
Por Lucia Alves