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Mais frases e pensamentos de James Arthur Baldwin

“É melhor ficar atento aos lugares e as pessoas.... Que procurar sonhos... Encontrando desilusões... Na rua em que eu moro... Pedras azuis... Conhecem minha história... Vivi ardis... Testemunhas de minha trajetória... Tudo aqui é um palco de emoções... Pecados deliciosamente cometidos... Sem arrependimentos... Sem perder juízo... Uma vida cheia de cores... Valores... Sabores... De tudo um pouco... Experimentei.. Com moderação... Sem me perder... Meus erros fazem parte da minha vida... Errar também é um acerto... Um jeito... De melhorar... Certeza sempre tive... Carrego comigo essa idéia.. Manter a chama acesa... Que nunca deve se apagar... E na esperança que um dia tive... Meus sonhos sempre irão se abrigar... Ao homem é permitido... Estender suas asas ao infinito... A liberdade é plena... Horizonte pode alcançar... A mais bela estrela pode tocar... Sonhar, viver, sentir... Fazer seu destino... Por aí... Quando ama tudo transforma... O fel vira mel... As distâncias se encurtam... Nasce então a Poesia... Fazendo-se presente... A alma sente... Tormentas da vida perdem o sentido... Não há perigo... Em coração alheio... Encontra abrigo... As mãos entrelaçadas... Antes distantes... Agora alcançadas... Fazem bater em uníssono ... O coração partido... Possuindo um sentido... É tão bom sorrir... E nos olhos do amor se ver... Rosto enrusbescer... Corpo tremer... Ah... Quero voltar a amar... E tudo isso voltar a sentir... Permita Deus que eu possa... Antes de partir... Deixando de sofrer... Mais uma vez viver... Sandro Paschoal Nogueira — em Conservatória Pousada Chic Chic Casa do Sandrinho”

“#Ele #morreu... Ninguém sabe o porquê... Overdose de amor... Talvez por sofrer... Desde a tenra idade foi criança solitária... Brincava sempre sozinho... Seus sonhos era seu ninho... De vontade forte... "Diabo louro" era chamado... Muito tímido... Algumas vezes confundido... Com moleque mau-criado... Era diferente... Brincava sozinho de pique-esconde... De Deus ele se escondia... E rindo como podia... Desafiava a divindade... Para lhe encontrar naquela folia... Imaginava que o mundo era todo seu... Estranha e grande fantasia... Inocentemente feliz... Enquanto crescia... Ele dizia que era tão bom... Quando o pai lhe carregava em seus ombros... Seu avô o chamava de "bolinha"... E quando sua mãe preparava guloseimas... Não saia da cozinha... Brincava no barro... Caminhão... Casinha... Brincadeiras de roda... Era só alegria... Jogava peão... Sempre ganhava na amarelinha... Mas foi crescendo... E triste foi ficando... Descobriu o chorar... Quando muitos no céu foram morar... As peraltices deixaram saudades... Quando se apaixonou pela primeira vez... A criança foi embora... O rapaz apareceu... E na paixão não correspondida... Sofreu... Sonhou, um dia, ir embora... O mundo descobrir... Dizia que queria viver... Fazer por merecer... Continuar a crescer... Não mais sofrer... Então... Na ilusão presente... Conheceu muita gente... Acreditando que tudo era bom... Se perdeu... O espelho lhe enganou... Promessas falsas lhe fez... Maldade o circundou... Sua fé pereceu... Sorriso perdeu... Teve medo de abraçar... Teve medo, de mais uma vez, se doar... Anos foram passando... E ele sempre lamentando... Pelo mundo mágico que um dia acreditou... Pela magia que terminou... Nunca mais confiou... Nunca mais amou... Nunca mais sentiu... Tudo esfriou... As pedras azuis podem testemunhar... Mas são caladas... Não querem essa história contar... As árvores jazem mortas... Foram seus pais que plantaram... Disseram a ele que, em suas sombras, teria abrigo... Quando, já não mais aqui estivessem... Tudo se foi... Restou para ele o testemunho vazio dos tijolos... Da casa que em dias passados... Felicidade fazia morada... Das belas flores de sua mãe... Tão perfumadas... Do colo do pai... Abrigo escondido.... Descobriu lentamente... O tempo é um professor... A amadurecer... Superar a dor... "- Assim é a vida... " Dizia... Aprendeu... Acostumou... A colecionar alegrias... E guardar as tristezas também... Do cálice da amargura... Ele não bebeu... Mas também não temia... Sabia... Que tudo nessa vida é efêmera... Que termina um dia.... Desde a grande alegria... Até a torturante agonia... Ele confiou em Seu Criador... Pois ter fé... É aceitar sem realmente saber... O que está para acontecer... E sempre vale a pena viver... Sandro Paschoal Nogueira”

“Vazios que se preenchem... Semelhantes e tão diferentes... Não sou tudo... Mas de tudo sou um pouco... E do nada que pronuncia... Surjo como um louco... Não tenho medo de me expor... Livro aberto... É melhor ser sincero... Do que um traidor... Luto comigo mesmo... Todo dia... E cansado da luta... Às vezes... Me entrego... É me deito... Quase não sorrio... Não tenho assim tanta vontade... Choro mais com facilidade... Porém faço isso sozinho... Não permito muita liberdade... Nesse umbral que vivo... Não quero viver na infelicidade... Quando pensamento sombrio... De mim se acerca.... Penso em algo a fazer... Talvez pintar... Talvez escrever... Me entregar jamais... Não pode ser... Plantar uma flor ... Bem tanto me faz... O beijo do sol... O vento amigo... Uma volta na rua... Um bom dia... A boa tarde... Um sorriso de amizade... Rir das dores... É o melhor a fazer... Aquietar o coração... Acreditar que nada é em vão... Perceber nos gestos alheios... Nos olhares trocados... Tanto em comum... Assim minha alma fala... Tecendo essas poucas palavras... Sandro Paschoal Nogueira”