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Sofonias, SF, 3:3, Os seus príncipes são leões rugidores no meio dela, os seus juízes são lobos do anoitecer, que não deixam os ossos para serem roídos no dia seguinte.
Por Sofonias, Antigo Testamento“Ele diz que me ama, então já posso me sentir totalmente segura, completa e feliz, não é?” Muitas pessoas são totalmente iludidas e até preenchidas por estas três palavras mágicas e enquanto o cara não te falar “eu te amo”, você fica na dúvida: será que ele realmente gosta de mim? Na minha singela opinião o amor só vira amor quando o outro tem real interesse na sua vida, quer ver sua felicidade acima de tudo, te encoraja para seus medos, te escuta mesmo não querendo escutar, entende mesmo não querendo entender e acima de tudo, respeita. O amor é uma miscelânea de desejos, vontades, sentimentos, conquistas e para que tudo isso se concretize precisamos de tempo, ouviu bem? Tempo. “Lá vem você com essa de tempo, conheço ele há pouco tempo, mas já amo ele sim e faria tudo por ele, ok?” Sinceramente quem sou eu para mensurar o que as pessoas de fato sentem, mas na minha opinião o amor só vira amor após certo tempo de convivência, conquistas e derrotas. Hoje em dia na maioria das vezes falar “eu te amo” não passa de uma abreviação de “ei, estou gostandinho de você”. Acho engraçado que nesses casos em qualquer discussão ou divergência de opinião o amor “acaba” e se transforma em ódio, desinteresse ou revolta. Talvez eu tenha um pensamento um pouco retrógrado, mas ainda acho que amor é quando você pensa duas vezes antes de transformar mágoa em munição. Parece fácil, é só falar “eu te amo” e já estamos no suprassumo dos sentimentos, eu não vivo sem você, você não vive sem mim, tudo é para sempre, para sempre… Pode até ser bobo, mas no fundo tudo isso só faz com que no final você banalize a tal definição de “amor” e pense que qualquer tesão, paixão, desejo ou saudade possa ser a maior representação de amor do mundo, e convenhamos você sabe que não é assim. Você sabe melhor do que ninguém que isso passa, que você conhece outras pessoas e depois de tudo isso vê que o tal “amor” nem era tão grande assim. Depois disso você cresce, amadurece, aprende que existem vários tipos de amor, cria expectativas à toa, descobre que o amor não mata, confunde alguns sentimentos e acha que nunca mais vai amar ninguém, aí você lembra que todo mundo passa por isso e você é só mais um(a). Talvez nem você saiba o que é o amor, talvez o amor seja uma palavra que cada um possa escolher sua definição e intensidade ou talvez o amor seja tudo isso e mais um pouco que ainda não aprendi. No amor não existe indecisão e sim só uma certeza, e se você já amou como diz deve saber do que eu estou falando.
Por Fred ElboniHá muita verdade nessa afirmação. Todos já viram alguém “envelhecer da noite para o dia” ao passar por uma crise financeira ou emocional. O que é exatamente esse padrão de pensamentos a que chamamos preocupação, e que parece ter o poder de envenenar nossa existência? É possível até mesmo afirmar que a preocupação causa o envelhecimento, pois ela acelera o tempo. A preocupação é obviamente um hábito. O hábito de se atormentar por coisas que já passaram ou pelas que ainda podem acontecer. Ela não tem nada a ver com o presente. Analisemos primeiro o passado. Ainda não se conhece nenhum meio de mudar o que passou. O passado é irrevogável; o tempo anula todas as possibilidades de torná-lo diferente. Viver em meio aos enganos e mágoas do passado é totalmente improdutivo. Além do mais, esse tipo de atitude é nocivo, pois libera no organismo substâncias tóxicas que aumentam a pressão arterial e sobrecarregam o coração. A melhor postura é reconhecer os erros passados, aprender com eles e deixá-los ficar em seu devido lugar, no passado. Para dedicar toda a atenção ao presente é preciso a percepção sadia de que o passado se foi para sempre. A preocupação é a recusa psicológica de aceitar esse fato. E o que a torna parte aparentemente inevitável da vida é o fato de os erros, as mágoas, os ressentimentos e as injustiças deixarem na mente vestígios que afetam o organismo através da conexão psicofisiológica. Há um segundo tipo de preocupação que se ocupa de tentar evitar a dor pelo controle do futuro. Um de meus colegas me deu um bom exemplo desse modo de agir. Ele tratou uma paciente durante vinte anos, e, nesse período, ela o visitava duas vezes por ano para fazer exames físicos completos. Sempre que aparecia, demonstrava grande preocupação com a possibilidade de ter um câncer. Embora não tivesse nenhum sintoma da doença, ela inventava uma série de queixas que obrigava o médico a pedir uma bateria de exames apenas para assegurá-la de que não tinha câncer. Essa cena se repetia ano após ano. A cada consulta o médico fazia o que podia para convencê-la de que estava livre da doença, e todas as vezes ela perguntava: “Tem certeza?” Certa vez, porém, depois de analisar o resultado dos exames, o médico veio com más notícias. Disse à paciente que ela tinha câncer. Ao que ela respondeu, com uma espécie de expressão de triunfo: “Não falei? Faz vinte anos que venho dizendo a mesma coisa!” Em sua preocupação, essa mulher imaginou uma doença que ela temia mais que tudo. De tanto dar atenção a esse medo, ele acabou se tornando realidade. A consciência tem meios de alterar os fatos. Nosso subconsciente pode transformar aquilo que imaginamos em realidade. As pessoas que se preocupam se convenceram de que a preocupação é, de certo modo, o modelo correto de pensamento para evitar que coisas ruins aconteçam. Entretanto, atenção é atenção. Se ficamos imaginando coisas que não queremos ver acontecer, é quase certo que o resultado será o oposto. Talvez algo “igualmente ruim” ocorra, o que dá no mesmo. Se queremos imaginar o futuro, que ele seja repleto de alegrias e coisas boas. Mas as pessoas saudáveis não vivem nem no passado nem no futuro. Elas vivem no presente, no agora, que acaba tendo sempre o gosto da eternidade, pois nenhuma sombra paira sobre ele. Quando se presta atenção ao momento presente, ele se faz em toda a plenitude. Ao vivermos apenas de momento em momento, o tempo deixa de ser nosso inimigo. Os efeitos nocivos da preocupação são eliminados através da valorização do que a vida nos oferece hoje.
Por Deepak ChopraEu sabia que era um erro. Mas era um que eu queria cometer.
Por As Coisas que Nunca Superamos (livro)Se quiser ficar comigo Amor, há um preço a pagar Eu sou um gênio da lâmpada Você precisa me perguntar do jeito certo
Por Dove CameronPara atingir um nível maior de espiritualidade, temos de deixar a zona de conforto e nos aventurar no desconhecido.
Por Karen Berg