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Eu fui chegando de mansinho quando vi já tava ali pensando em você. Aquele dia lá na praia te falei do teu olhar,não da pra esquecer. Esse sorriso que conquista,esse teu jeito de menina, e esse cabelo moreno que me faz enlouquecer. Já perdi horas e horas pensando em desvendar, esse mistério que é você. Quero te levar pra sair ver o pôr do sol e sonhar com a gente velhinhs na varanda.Rindo de toda essa turbulência que tá engando a gente. Eu tento fazer diferente mas você não consegue ver. O que eu sinto por você não vai morrer tão fácil. Eu te digo em silêncio toda vez que passo. Eu me rendo ao ver passar esse corpo moreno, Ao ver no teu olhar o teu jeito sereno de me provocar esse sorriso travesso me ilumina tanto que eu esqueço de fingir não ligar.
Por LetíciaRSilvaTRISTEZA Minh’alma é como o deserto De dúbia areia coberto, Batido pelo tufão; É como a rocha isolada, Pelas espumas banhada, Dos mares na solidão. Nem uma luz de esperança, Nem um sopro de bonança Na fronte sinto passar! Os invernos me despiram E as ilusões que fugiram Nunca mais hão de voltar! Roem-me atrozes idéias, A febre me queima as veias; A vertigem me tortura!… Oh! por Deus! quero dormir, Deixem-me os braços abrir Ao sono da sepultura! Despem-se as matas frondosas, Caem as flores mimosas Da morte na palidez, Tudo, tudo vai passando… Mas eu pergunto chorando: Quando virá minha vez? Vem, oh virgem descorada, Com a fronte pálida ornada De cipreste funerário, Vem! oh! quero nos meus braços Cerrar-te em meigos abraços Sobre o leito mortuário! Vem, oh morte! a turba imunda Em sua miséria profunda Te odeia, te calunia… – Pobre noiva tão formosa Que nos espera amorosa No termo da romaria. Quero morrer, que este mundo Com seu sarcasmo profundo Manchou-me de lodo e fel, Porque meu seio gastou-se, Meu talento evaporou-se Dos martírios ao tropel! Quero morrer: não é crime O fardo que me comprime Dos ombros lançar ao chão, Do pó desprender-me rindo E as asas brancas abrindo Lançar-me pela amplidão! Oh! quantas louras crianças Coroadas de esperanças Descem da campa à friez!… Os vivos vão repousando; Mas eu pergunto chorando: – Quando virá minha vez? Minh’alma é triste, pendida, Como a palmeira batida Pela fúria do tufão. É como a praia que alveja, Como a planta que viceja Nos muros de uma prisão! S. Paulo – 1861.
Por Fagundes VarelaI Coríntios, 1CO, 10:2, e todos, em Moisés, foram batizados, tanto na nuvem como no mar.
Por I Coríntios, Novo TestamentoQuando é que eu irei largar esse péssimo costume de me importar demais com as pessoas ao meu redor?
Por Bárbara FloresGênesis, GN, 8:3, As águas iam escoando continuamente da face da terra. Ao fim de cento e cinquenta dias as águas tinham baixado.
Por Gênesis, Antigo TestamentoÉ o riso mais verdadeiro, autêntico e histérico de toda a minha vida... porque não é um plano! (Rocky)
Por Guardiões da GaláxiaQuando um grupo de mulheres começam a rir sem parar é sinal que alguma orelha está queimando.
Por TumblrNúmeros, NM, 23:3, Então Balaão disse a Balaque: - Fique aqui junto do seu holocausto, e eu irei mais adiante; talvez o Senhor venha ao meu encontro, e o que ele me mostrar direi a você. E Balaão subiu a um monte descampado.
Por Números, Antigo TestamentoGênesis, GN, 1:15, E sirvam de luzeiros no firmamento dos céus, para iluminar a terra. E assim aconteceu.
Por Gênesis, Antigo Testamento