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A crítica é a consciência ou o olho da poesia, a mesma obra espontânea do gênio reproduzida como obra refletida pelo gosto.
Por Francesco SanctisMãe, eu sei que as coisas tão mudando Nosso dinheiro multiplicando Fiz em uma semana o que a gente não tinha em anos Eu saí da lama derrapando
Por JayA Luuck“Seja paciente com seu coração. Certas coisas levam muito tempo para serem compreendidas.”
Por Daniel DuarteI Pedro, 1PE, 2:7, Portanto, para vocês, os que creem, esta pedra é preciosa. Mas, para os descrentes, ´A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a pedra angular.`
Por I Pedro, Novo TestamentoBAMBA – UM CONSELHO Você chegou até mim Vindo de um botequim Bamba em domar coração Veio deixou-me sem ação. Hoje vejo sua mudança Mas ainda há esperança Olho seus olhos escuros E seus atos são tão duros. Cadê a gata negra bamba Que me seduzia no samba Mostrou a canção sertaneja E era minha amiga na cerveja? Bamba você não é gata! Você tem que ser acrobata Ter sucesso sem mudar Mudando todos vão se afastar. Cuidado minha gata bonita O sucesso atrai o parasita E quando acordamos estamos sozinhos Como pássaros que cairão de seus ninhos. André Zanarella 29-08-2012 http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4418875
Por André ZanarellaA vida pode ser um lindo sonho ou um pesadelo. Tudo depende de você, qual caminho você vai escolher.
Por Carlos RodriguesDa chegada do amor Sempre quis um amor que falasse que soubesse o que sentisse. Sempre quis uma amor que elaborasse Que quando dormisse ressonasse confiança no sopro do sono e trouxesse beijo no clarão da amanhecice. Sempre quis um amor que coubesse no que me disse. Sempre quis uma meninice entre menino e senhor uma cachorrice onde tanto pudesse a sem-vergonhice do macho quanto a sabedoria do sabedor. Sempre quis um amor cujo BOM DIA! morasse na eternidade de encadear os tempos: passado presente futuro coisa da mesma embocadura sabor da mesma golada. Sempre quis um amor de goleadas cuja rede complexa do pano de fundo dos seres não assustasse. Sempre quis um amor que não se incomodasse quando a poesia da cama me levasse. Sempre quis uma amor que não se chateasse diante das diferenças. Agora, diante da encomenda metade de mim rasga afoita o embrulho e a outra metade é o futuro de saber o segredo que enrola o laço, é observar o desenho do invólucro e compará-lo com a calma da alma o seu conteúdo. Contudo sempre quis um amor que me coubesse futuro e me alternasse em menina e adulto que ora eu fosse o fácil, o sério e ora um doce mistério que ora eu fosse medo-asneira e ora eu fosse brincadeira ultra-sonografia do furor, sempre quis um amor que sem tensa-corrida-de ocorresse. Sempre quis um amor que acontecesse sem esforço sem medo da inspiração por ele acabar. Sempre quis um amor de abafar, (não o caso) mas cuja demora de ocaso estivesse imensamente nas nossas mãos. Sem senãos. Sempre quis um amor com definição de quero sem o lero-lero da falsa sedução. Eu sempre disse não à constituição dos séculos que diz que o "garantido" amor é a sua negação. Sempre quis um amor que gozasse e que pouco antes de chegar a esse céu se anunciasse. Sempre quis um amor que vivesse a felicidade sem reclamar dela ou disso. Sempre quis um amor não omisso e que suas estórias me contasse. Ah, eu sempre quis uma amor que amasse. Poesia extraída do livro "Euteamo e suas estréias", Editora Record - Rio de Janeiro, 1999,
Por Elisa LucindaSó agora ela entendia que aqueles momentos de mudança não eram um fim, mas um começo: uma chance para um tipo diferente de vida, de jornada, de felicidade.
Por Hannah BeckermanEu roubei doze bancos em sete estados. Tenho pouco mais de nove milhões de dólares em dinheiro. E ninguém sabe quem eu sou.
Por Honest ThiefI Samuel, 1SM, 24:19, Porque quem é que encontra o inimigo e o deixa ir sem lhe fazer mal? Que o Senhor lhe pague com o bem por aquilo que você fez por mim no dia de hoje.
Por I Samuel, Antigo Testamento