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Salmos, SL, 125:1, Os que confiam no Senhor são como o monte Sião, que não se abala, mas continua firme para sempre.

Por Salmos, Antigo Testamento

⁠Eu vou te amar como um idiota ama Vou te pendurar num quadro bem do lado da minha cama Eu espero enquanto você vive Mas não esquece que a gente existe

Por Jão

Números, NM, 12:5, Então o Senhor desceu na coluna de nuvem e se pôs à porta da tenda. Depois, chamou Arão e Miriã, e eles se apresentaram.

Por Números, Antigo Testamento

A tua mãe diria: ouve o coração e segue-o até ao fim. Tudo vem do coração, a coragem, a força.

Por Barbie: Aventura Nas Estrelas

Eu viajei no seu olhar, no teu sorriso, nos teus segredos, eu descobri o que é amar pelo toque dos seus beijos!

Por Jorge e Mateus

A habilidade de simplificar significa eliminar o desnecessário para que o necessário possa se manifestar.

Por Hans Hofmann

TRISTEZA Minh’alma é como o deserto De dúbia areia coberto, Batido pelo tufão; É como a rocha isolada, Pelas espumas banhada, Dos mares na solidão. Nem uma luz de esperança, Nem um sopro de bonança Na fronte sinto passar! Os invernos me despiram E as ilusões que fugiram Nunca mais hão de voltar! Roem-me atrozes idéias, A febre me queima as veias; A vertigem me tortura!… Oh! por Deus! quero dormir, Deixem-me os braços abrir Ao sono da sepultura! Despem-se as matas frondosas, Caem as flores mimosas Da morte na palidez, Tudo, tudo vai passando… Mas eu pergunto chorando: Quando virá minha vez? Vem, oh virgem descorada, Com a fronte pálida ornada De cipreste funerário, Vem! oh! quero nos meus braços Cerrar-te em meigos abraços Sobre o leito mortuário! Vem, oh morte! a turba imunda Em sua miséria profunda Te odeia, te calunia… – Pobre noiva tão formosa Que nos espera amorosa No termo da romaria. Quero morrer, que este mundo Com seu sarcasmo profundo Manchou-me de lodo e fel, Porque meu seio gastou-se, Meu talento evaporou-se Dos martírios ao tropel! Quero morrer: não é crime O fardo que me comprime Dos ombros lançar ao chão, Do pó desprender-me rindo E as asas brancas abrindo Lançar-me pela amplidão! Oh! quantas louras crianças Coroadas de esperanças Descem da campa à friez!… Os vivos vão repousando; Mas eu pergunto chorando: – Quando virá minha vez? Minh’alma é triste, pendida, Como a palmeira batida Pela fúria do tufão. É como a praia que alveja, Como a planta que viceja Nos muros de uma prisão! S. Paulo – 1861.⁠

Por Fagundes Varela

Lucas, LC, 5:9, Pois, à vista da pesca que fizeram, a admiração se apoderou dele e de todos os seus companheiros,

Por Lucas, Novo Testamento

Salmos, SL, 105:20, O rei mandou soltá-lo; o dominador dos povos o pôs em liberdade.

Por Salmos, Antigo Testamento

I Samuel, 1SM, 18:8, Saul se indignou muito, pois estas palavras lhe desagradaram em extremo. Ele disse: - Para Davi elas deram dez milhares, mas para mim apenas milhares. Na verdade, o que lhe falta, a não ser o reino?

Por I Samuel, Antigo Testamento