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Lucas, LC, 7:26, <J>Sim, o que foram ver? Um profeta?</J> <J>Sim, eu lhes digo, e muito mais do que um profeta.</J>

Por Lucas, Novo Testamento

Só faz sentido, se for sentido.

Por Carol Manciola

Quando eu era jovem, tinha liberdade mas não a via. Tinha tempo, mas não sabia. E tinha amor, mas não o sentia. Muitas decadas passariam até que compreendesse o seu significado. E agora, no crepúsculo da minha vida, esta compreensão transformou-se em contentamento. Amor, liberdade e tempo... outrora tão descartáveis, são o combustivel que me conduz para a frente. O amor especialmente, minha querida por ti, os nossos filhos, os nossos irmãos e irmãs. E pelo vasto e maravilhoso mundo que nos deu a vida. E nos mantém supondo. Afecto sem fim por ti, (...). Teu para sempre,(...)"

Por Ezio Auditore

Amizade era testemunhar o lento gotejar de tristezas, as longas crises de tédio e os triunfos ocasionais do outro. Era sentir-se honrado pelo privilégio de estar presente durante os momentos mais sombrios de outra pessoa e saber que você também podia ter seus momentos sombrios perto dela.

Por Hanya Yanagihara

Olhos verdes Eles verdes são: E têm por usança, na cor esperança, E nas obras não. Cam. Rim. São uns olhos verdes, verdes, Uns olhos de verde-mar, Quando o tempo vai bonança; Uns olhos cor de esperança, Uns olhos por que morri; Que ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Como duas esmeraldas, Iguais na forma e na cor, Têm luz mais branda e mais forte, Diz uma — vida, outra — morte; Uma — loucura, outra — amor. Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! São verdes da cor do prado, Exprimem qualquer paixão, Tão facilmente se inflamam, Tão meigamente derramam Fogo e luz do coração Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo depois que os vi! São uns olhos verdes, verdes, Que podem também brilhar; Não são de um verde embaçado, Mas verdes da cor do prado, Mas verdes da cor do mar. Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Como se lê num espelho, Pude ler nos olhos seus! Os olhos mostram a alma, Que as ondas postas em calma Também refletem os céus; Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Dizei vós, ó meus amigos, Se vos perguntam por mim, Que eu vivo só da lembrança De uns olhos cor de esperança, De uns olhos verdes que vi! Que ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Dizei vós: Triste do bardo! Deixou-se de amor finar! Viu uns olhos verdes, verdes, uns olhos da cor do mar: Eram verdes sem esp’rança, Davam amor sem amar! Dizei-o vós, meus amigos, Que ai de mim! Não pertenço mais à vida Depois que os vi!

Por Gonçalves Dias

“Eu percebi que as lições espirituais mais profundas não são aprendidas quando Deus nos deixa ter tudo o que queremos no final, mas quando Ele nos faz esperar, suportando-nos em amor e paciência até que sejamos capazes de honestamente orar o que Jesus ensinou Seus discípulos a orar: Seja feita a Tua vontade.”

Por Elisabeth Elliot

Numa família, compartilhamos tudo. As boas e más notícias.

Por Guia Astrológico para Corações Partidos (série)

Gênesis, GN, 24:47, Daí lhe perguntei: ´De quem você é filha?` Ela respondeu: ´Filha de Betuel, que é filho de Naor e Milca.` Então lhe pus o pendente no nariz e as pulseiras nas mãos.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Nunca tanto como hoje reparei com atenção na luz do sol de Janeiro. Forte mas delicada. Furtiva mas demorada. Não arde nem faz tremer. Não é densa nem clara. A luz do sol em Janeiro: assim é o nosso amor oculto pela tinta dos dias apenas espreita uma aberta (uma distracção das nuvens) para luzir e irromper (nunca antes como hoje precisei) tanto que o vento lhe desse oportunidade). O nosso amor é Janeiro: mesmo se o julgo esquecido sei que está sempre lá.

Por João Luís Barreto Guimarães

Devem-se buscar os amigos como os bons livros, pois a felicidade não está em que sejam muitos, nem mui curiosos, antes em que sejam poucos, bons e bem conhecidos.

Por Mateo Alemán