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Às vezes, na hora do recreio, eu olho para o céu e, se consigo ver o sol, penso no fato de que ambos podemos ver o sol. Então, mesmo que a gente não esteja no mesmo lugar, e não estejamos mesmo juntos, nós meio que, de certa forma, estamos, sabe?

Por Aftersun (filme)

Na televisão, você tem que transformar a realidade em uma história.

Por Condenados pela Mídia

Isaías, IS, 34:14, Os animais do deserto se encontrarão com as hienas, e os bodes selvagens clamarão uns aos outros; animais noturnos ali pousarão e acharão para si lugar de repouso.

Por Isaías, Antigo Testamento

Estou me arrastando de volta para você Pensou em ligar depois de beber algumas? Porque eu sempre penso Talvez eu esteja muito ocupado sendo seu Para me apaixonar por outra pessoa.

Por Arctic Monkeys

Não precisam se preocupar com o que os outros fazem, mas sim com o que vocês fazem. Estamos aqui para sermos os melhores, essa é a nossa preocupação. Entenderam?

Por King Richard: Criando Campeãs

⁠O poder da mente é a chave para a realização de sonhos.

Por Marcelo Viana

O ser humano é podre e egoísta, prefere o problema que já conhece a enfrentar o desconhecido com honra.

Por Andrea Killmore

Não bastou roubarem meu zoológico. Eles também tiraram minha liberdade.

Por A Máfia dos Tigres (Tiger King)

TRISTEZA Minh’alma é como o deserto De dúbia areia coberto, Batido pelo tufão; É como a rocha isolada, Pelas espumas banhada, Dos mares na solidão. Nem uma luz de esperança, Nem um sopro de bonança Na fronte sinto passar! Os invernos me despiram E as ilusões que fugiram Nunca mais hão de voltar! Roem-me atrozes idéias, A febre me queima as veias; A vertigem me tortura!… Oh! por Deus! quero dormir, Deixem-me os braços abrir Ao sono da sepultura! Despem-se as matas frondosas, Caem as flores mimosas Da morte na palidez, Tudo, tudo vai passando… Mas eu pergunto chorando: Quando virá minha vez? Vem, oh virgem descorada, Com a fronte pálida ornada De cipreste funerário, Vem! oh! quero nos meus braços Cerrar-te em meigos abraços Sobre o leito mortuário! Vem, oh morte! a turba imunda Em sua miséria profunda Te odeia, te calunia… – Pobre noiva tão formosa Que nos espera amorosa No termo da romaria. Quero morrer, que este mundo Com seu sarcasmo profundo Manchou-me de lodo e fel, Porque meu seio gastou-se, Meu talento evaporou-se Dos martírios ao tropel! Quero morrer: não é crime O fardo que me comprime Dos ombros lançar ao chão, Do pó desprender-me rindo E as asas brancas abrindo Lançar-me pela amplidão! Oh! quantas louras crianças Coroadas de esperanças Descem da campa à friez!… Os vivos vão repousando; Mas eu pergunto chorando: – Quando virá minha vez? Minh’alma é triste, pendida, Como a palmeira batida Pela fúria do tufão. É como a praia que alveja, Como a planta que viceja Nos muros de uma prisão! S. Paulo – 1861.⁠

Por Fagundes Varela

Sem esforço, seu talento nada mais é do que potencial desperdiçado. Sem esforço, sua habilidade nada mais é do que o que você poderia ter feito mas não fez.

Por Angela Duckworth