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A vida é um conto de fadas, em que os personagens dessa fabulosa jornada acreditam viver no mundo real.
Por Caroline AlvaresExiste uma rosa na vida de todo mundo que sempre vai dar bem-me-quer, não importa quantas pétalas você arranque. Esta rosa, que não tem espinhos e é da mesma cor da sua alma, murcha quando você entristece e floresce com as suas risadas. E o perfume, ah, o perfume... Ele impregna na memória para e reacende em cada colo, cada carinho, enfim, cada gesto de AMOR da sua vida.
Por DesconhecidoNecessitamos sempre de ambicionar alguma coisa que, alcançada, não nos torna sem ambição.
Por Carlos Drummond de AndradeJuízes, JZ, 17:5, E, assim, este homem, Mica, veio a ter um santuário. Fez uma estola sacerdotal, alguns ídolos do lar, e consagrou um de seus filhos para ser o sacerdote.
Por Juízes, Antigo TestamentoSer mulher... É viver mil vezes em apenas uma vida. É lutar por causas perdidas e sempre sair vencedora. É estar antes do ontem e depois do amanhã. É desconhecer a palavra recompensa apesar dos seus atos. Ser mulher... É caminhar na dúvida cheia de certezas. É correr atrás das nuvens num dia de Sol. É alcançar o Sol num dia de chuva. Ser mulher... É chorar de alegria e muitas vezes sorrir com tristeza. É acreditar quando ninguém mais acredita. É cancelar sonhos em prol de terceiros. É esperar quando ninguém mais espera. Ser mulher... É identificar um sorriso triste e uma lágrima falsa. É ser enganada, e sempre dar mais uma chance. É cair no fundo do poço, e emergir sem ajuda. Ser mulher... É estar em mil lugares de uma só vez. É fazer mil papeis ao mesmo tempo. É ser forte e fingir que é frágil para ter um carinho. Ser mulher... É se perder em palavras e depois perceber que se encontrou nelas. É distribuir emoções que nem sempre são captadas. Ser mulher... É comprar, emprestar, alugar, vender sentimentos, mas jamais dever. É construir castelos na areia, vê-los desmoronados pelas águas. E ainda assim amá-los. Ser mulher... É saber dar o perdão. É tentar recuperar o irrecuperável. É entender o que ninguém mais conseguiu desvendar. Ser mulher... É estender a mão a quem ainda não pediu. É doar o que ainda não foi solicitado. Ser mulher... É não ter vergonha de chorar por amor. É saber a hora certa do fim. É esperar sempre por um recomeço. Ser mulher... É ter a arrogância de viver apesar dos dissabores, das desilusões, das traições e das decepções. Ser mulher... É ser mãe dos seus filhos. Dos filhos de outros. É amá-los igualmente. Ser mulher... É ter confiança no amanhã e aceitação pelo ontem. É desbravar caminhos difíceis em instantes inoportunos. E fincar a bandeira da conquista. Ser mulher... É entender as fases da Lua por ter suas próprias fases. É ser "nova" quando o coração está à espera do amor. Ser "crescente" quando o coração está se enchendo de amor. Ser "cheia" quando ele já está transbordando de tanto amor. E ser "minguante" quando esse amor vai embora. Ser mulher... É hospedar dentro de si o sentimento do perdão. É voltar no tempo todos os dias e viver por poucos instantes. Coisas que nunca ficarão esquecidas. Ser mulher... É cicatrizar feridas de outros e inúmeras vezes deixar. As suas próprias feridas sangrando. Ser mulher... É ser princesa aos 20, rainha aos 30, imperatriz aos 40 e... "Especial" a vida toda. Ser mulher... É conseguir encontrar uma flor no deserto. Água na seca. Labaredas no mar. Ser mulher... É chorar calada as dores do mundo e Em apenas um segundo, já estar sorrindo. Ser mulher... É subir degraus e se os tiver que descer não precisar de ajuda. É tropeçar, cair e voltar a andar. Ser mulher... É saber ser super-homem quando o sol nasce. E virar Cinderela quando a noite chega. Ser mulher... É ter sido escolhida por Deus para colocar no mundo os homens. Ser mulher... É acima de tudo um estado de espírito. É uma dádiva. É ter dentro de si um tesouro escondido e ainda assim dividi-lo com o mundo!
Por Silvana DubocO feminismo não é sobre tornar as mulheres fortes. As mulheres já são fortes. Trata-se de mudar a forma como o mundo percebe essa força.
Por G. D. AndersonSó se pode conversar duas horas com uma mulher quando se lhe diz sempre a mesma coisa.
Por Madame de StaëlDesculpe o transtorno, preciso falar da Clarice Conheci ela no jazz. Essa frase pode parecer romântica se você imaginar alguém tocando Cole Porter num subsolo esfumaçado de Nova York. Mas o jazz em questão era aquela aula de dança que todas as garotas faziam nos anos 1990 –onde ouvia-se tudo menos jazz. Ela fazia jazz. Minha irmã fazia jazz. Eu não fazia jazz mas ia buscar minha irmã no jazz. Ela estava lá. Dançando. Nunca vou me esquecer: a música era "You Oughta Know", da Alanis. Quando as meninas se jogavam no chão, ela ficava no alto. Quando iam pra ponta dos pés, ela caía de joelhos. Quando se atiravam pro lado, trombavam com ela que se lançava pro lado oposto. Os olhos, sempre imensos e verdes, deixavam claro que ela não fazia ideia do que estava fazendo. Foi paixão à primeira vista. Só pra mim, acho. Passamos algumas madrugadas conversando no ICQ ao som de Blink 182 e Goo Goo Dolls. De lá, migramos pro MSN. Do MSN pro Orkut, do Orkut pro inbox, do inbox pro SMS. Começamos a namorar quando ela tinha 20 e eu 23, mas parecia que a vida começava ali. Vimos todas as séries. Algumas várias vezes. Fizemos todas as receitas existentes de risoto. Queimamos algumas panelas de comida porque a conversa tava boa. Escolhemos móveis sem pesquisar se eles passavam pela porta. Escrevemos juntos séries, peças de teatro, filmes. Fizemos uma dúzia de amigos novos e junto com eles o Porta dos Fundos. Fizemos mais de 50 curtas só nós dois —acabei de contar. Sofremos com os haters, rimos com os shippers. Viajamos o mundo dividindo o fone de ouvido. Das dez músicas que mais gosto, sete foi ela que me mostrou. As outras três foi ela que compôs. Aprendi o que era feminismo e também o que era cisgênero, gas lighting, heteronormatividade, mansplaining e outras palavras que o Word tá sublinhando de vermelho porque o Word não teve a sorte de ser casado com ela. Um dia, terminamos. E não foi fácil. Choramos mais que no final de "How I Met Your Mother". Mais que no começo de "Up". Até hoje, não tem um lugar que eu vá em que alguém não diga, em algum momento: cadê ela? Parece que, pra sempre, ela vai fazer falta. Se ao menos a gente tivesse tido um filho, eu penso. Levaria pra sempre ela comigo. Essa semana, pela primeira vez, vi o filme que a gente fez juntos —não por acaso uma história de amor. Achei que fosse chorar tudo de novo. E o que me deu foi uma felicidade muito profunda de ter vivido um grande amor na vida. E de ter esse amor documentado num filme —e em tantos vídeos, músicas e crônicas. Não falta nada.
Por Gregório Duvivier