“No Ciclo Eterno No ciclo eterno das mudáveis coisas Novo inverno após novo outono volve À diferente terra Com a mesma maneira. Porém a mim nem me acha diferente Nem diferente deixa-me, fechado Na clausura maligna Da índole indecisa. Presa da pálida fatalidade De não mudar-me, me infiel renovo Aos propósitos mudos Morituros e infindos.”
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Nota: Poema de Fernando Pessoa (heterônimo Ricardo Reis).
Nota: Poema do livro "Odes de Ricardo Reis", de Fernando Pessoa (heterônimo Ricardo Reis).
Nota: Poema de Fernando Pessoa (heterônimo Ricardo Reis).
Nota: Trecho de poema de Fernando Pessoa (heterônimo Ricardo Reis).
Nota: Trecho de poema de Fernando Pessoa (heterônimo Ricardo Reis).
Nota: Poema do livro "Odes de Ricardo Reis", de Fernando Pessoa (heterônimo Ricardo Reis).