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Números, NM, 28:30, Ofereçam também um bode, para fazer expiação por vocês.
Por Números, Antigo TestamentoMeus irmãos, eu não vos aconselho o amor ao próximo; aconselho-vos o amor ao mais afastado.
Por Friedrich Nietzsche— Está explicado, ou adivinhado, pelo menos. Comparados os dous maridos, o melhor, o mais terno, o mais fiel, era justamente o de Marcelina; o de Luísa era apenas um bandoleiro agradável, às vezes seco. Mas, um e outro, ao passarem pelo espírito das mulheres, mudavam de todo. Luísa, pouco exigente, achava o Candinho um arcanjo; Marcelina, coração insaciável, não achava no marido a soma de ternura adequada à sua natureza... O subjetivo... o subjetivo...
Por Machado de Assis“SÃO POUQUÍSSIMOS OS HUMANOS CAPAZES DE TOLERAR, NOS OUTROS, OS DEFEITOS QUE ELES MESMOS POSSUEM.”
Por Arturo GrafQue espécie de gente vive por aqui? — perguntou Alice Naquela direção, vive um Chapeleiro; e naquela direção, vive uma Lebre de Março. Visite qual deles quiser: os dois são loucos. — respondeu o Gato. Mais não quero me meter com gente louca. — Alice observou. Oh! É inevitável, somos todos loucos. Eu sou louco. Você é louca. — disse o Gato. Como sabe que sou louca? — indagou Alice. Só pode ser, ou não teria vindo parar aqui. — respondeu o Gato.
Por Alice no país das maravilhas Lewis CarrollUltrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo.
Por Dom Hélder Câmara Quem és tu, pobre vivente, Que vagas triste e sozinho, Que tens os raios da estrela, E as asas do passarinho? A noite é negra; raivosos Os ventos correm do sul; Não temes que eles te apaguem A tua lanterna azul? Quando tu passas, o lago De estranhos fogos esplende, Dobra-se a clícia amorosa, E a fronte mimosa pende. As folhas brilham, lustrosas, Como espelhos de esmeralda; Fulge o iris nas torrentes Da serrania na fralda. O grilo salta das sarças; Piam aves nos palmares; Começa o baile dos silfos No seio dos nenufares. A tribo das mariposas, Das mariposas azuis, Segue teus giros no espaço, Mimosa gota de luz! São elas flores sem haste; Tu és estrela sem céu; Procuram elas as chamas; Tu amas da sombra o véu! Quem és tu, pobre vivente, Que vagueias tão sozinho, Que tens os raios da estrela, E as asas do passarinho?
Por Fagundes Varela