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Daniel, DN, 9:12, Ele confirmou a sua palavra, que falou contra nós e contra os nossos juízes que nos julgavam, e fez vir sobre nós um grande mal. Nunca antes, debaixo do céu, havia acontecido algo como o que aconteceu com Jerusalém!

Por Daniel, Antigo Testamento

Marcos, MC, 10:28, Então Pedro começou a dizer-lhe: - Eis que nós deixamos tudo e seguimos o senhor.

Por Marcos, Novo Testamento

Provérbios, PV, 27:1, Não se gabe do dia de amanhã, porque você não sabe o que ele trará à luz.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Quando falamos de história, temos o costume de nos refugiar no passado. É nele que se pensa encontrar o seu começo e o seu fim. Na realidade, é o inverso: a história começa hoje e continua amanhã.

Por D.N. Marinotis

A música não é pra ver. É pra sentir, pra ouvir.

Por Amor sem Medida (filme)

Isaías, IS, 3:19, os pendentes, os braceletes e os véus esvoaçantes;

Por Isaías, Antigo Testamento

⁠Não tema se o mundo te julgar Ou se uma porta se fechar O que Deus tem para você Ninguém vai encerrar

Por Kellen Byanca

Efésios, EF, 2:18, porque, por meio dele, ambos temos acesso ao Pai em um só Espírito.

Por Efésios, Novo Testamento

Jeremias, JR, 9:25, - Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que castigarei todos os que são circuncidados apenas na carne:

Por Jeremias, Antigo Testamento

⁠Diário público de Aline Caira 22:20hs Urgente: Apelo por Amparo Diante de Despejo Imimente e Abandono Familiar. Eu e minha filha, uma criança de apenas 11 anos, enfrentamos um despejo iminente, resultado da impossibilidade de arcar com os custos do aluguel. Encontramo-nos, portanto, em estado de extrema vulnerabilidade, abandonadas à própria sorte. Este cenário crítico se iniciou com a internação do meu esposo para tratamento de um câncer metastático. Diante da minha profunda depressão e apreensão, busquei auxílio em familiares – duas tias maternas e uma prima materna. A resposta foi a completa omissão. Nenhuma demonstração de solidariedade, nenhum gesto de apoio, sequer uma visita para avaliar a gravidade da situação. Fomos sumariamente ignoradas, relegadas ao nosso desespero. A dor da perda iminente do meu esposo foi agravada pela insensibilidade familiar. Em um momento de fragilidade extrema, recorri à minha genitora, apenas para constatar que sua preocupação residia em obter vantagens materiais, visando a aquisição de um veículo para meu irmão, em detrimento do meu sofrimento e da minha saúde debilitada. Diante de tamanha crueldade, restou-me buscar refúgio nos antidepressivos e no amparo da minha filha. A negligência se estendeu à comunicação sobre a grave condição de saúde do meu esposo. Aparentemente, o apelo para que a família fosse informada foi ignorado pela minha genitora. Atingimos um ponto crítico quando fomos vítimas de ataques com produtos químicos, que quase nos custaram a vida e nos deixaram sequelas permanentes. Fomos aterrorizadas por perseguições e intimidações perpetradas por indivíduos com histórico criminal, que proferiam insultos, consumiam drogas e exibiam tatuagens ameaçadoras. Acreditamos que tais atos foram orquestrados por pessoas que, movidas por inveja e ambição, almejavam nos prejudicar. O objetivo final era me desestabilizar emocionalmente, buscando obter a guarda da minha filha para explorar benefícios financeiros e perpetuar um ciclo de manipulação narcisista. No entanto, a proteção divina nos amparou, impedindo que a maldade prevalecesse. Sobrevivemos a esse filme de terror psicológico e, com a graça de Deus, continuaremos a lutar contra o mal. Que a bênção divina nos proteja e nos fortaleça sempre. Sou filha de meu pai Naurives Antônio Gomes.

Por Aline Caira