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Tudo o que eu queria era a oportunidade de sofrer acompanhado. Seu filho tirou isso de mim, roubou isso de mim, matou o que era meu! As pessoas perguntam se eu voltei e eu não tinha uma resposta, mas agora eu tenho. Eu decidi que estou de volta. Você pode entregar seu filho ou então pode morrer gritando ao lado dele!
Por John Wick: De Volta ao JogoA nossa época é a época da crítica, à qual tudo tem que submeter-se. A religião, pela sua santidade, e a legislação, pela sua majestade, querem igualmente subtrair-se a ela. Mas então suscitam contra elas justificadas suspeitas e não podem aspirar ao sincero respeito, que a razão só concede a quem pode sustentar o seu livre e público exame.
Por Immanuel KantDuvidar de tudo e crer em tudo são duas soluções igualmente convenientes que nos livram de ter que pensar.
Por Henri PaincoreSONHANDO Na praia deserta que a lua branqueia Que mimo! Que rosa, que filha de Deus! Tão pálida - ao vê-la meu ser devaneia, Sufoco nos lábios os hálitos meus! Não corras na areia, Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! A praia é tão longe! E a onda bravia As roupas de goza te molha de escuma De noite - aos serenos - a areia é tão fria, Tão úmido o vento que os ares perfuma! És tão doentia! Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! A brisa teus negros cabelos soltou, O orvalho da face te esfria o suor; Teus seios palpitam - a brisa os roçou, Beijou-os, suspira, desmaia de amor! Teu pé tropeçou... Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! E o pálido mimo da minha paixão Num longo soluço tremeu e parou, Sentou-se na praia, sozinha no chão, A mão regelada no colo pousou! Que tens, coração? Que tremes assim? Cansaste, donzela? Tem pena de mim! Deitou-se na areia que a vaga molhou. Imóvel e branca na praia dormia; Mas nem os seus olhos o sono fechou E nem o seu colo de neve tremia... O seio gelou?... Não durmas assim! Ó pálida fria, Tem pena de mim! Dormia: — na fronte que níveo suar... Que mão regelada no lânguido peito... Não era mais alvo seu leito do mar, Não era mais frio seu gélido leito! Nem um ressonar... Não durmas assim... Ó pálida fria, Tem pena de mim! Aqui no meu peito vem antes sonhar Nos longos suspiros do meu coração: Eu quero em meus lábios teu seio aquentar, Teu colo, essas faces, e a gélida mão... Não durmas no mar! Não durmas assim. Estátua sem vida, Tem pena de mim! E a vaga crescia seu corpo banhando, As cândidas formas movendo de leve! E eu vi-a suave nas águas boiando Com soltos cabelos nas roupas de neve! Nas vagas sonhando Não durmas assim... Donzela, onde vais? Tem pena de mim! E a imagem da virgem nas águas do mar Brilhava tão branca no límpido véu... Nem mais transparente luzia o luar No ambiente sem nuvens da noite do céu! Nas águas do mar Não durmas assim... Não morras, donzela, Espera por mim!
Por Álvares de AzevedoEu vivi tempo suficiente para perceber que minha vida foi determinada não só pela maldade das outras pessoas, mas também por sua bondade e disposição de ouvir.
Por Charmaine WilkersonDe tempos em tempos, pare o que está fazendo, revise o que já fez e verifique se deveria continuar fazendo a mesma coisa e como poderia fazer melhor. É uma ideia simples, mas executá-la exige reflexão, introspecção, honestidade e disciplina.
Por Jeff SutherlandMinha alma aprendeu o que veio aprender, e todas as outras coisas são apenas coisas. Não podemos ter tudo o que queremos. Às vezes, nós simplesmente temos de acreditar.
Por Garth SteinO Brasil é uma nação de espertos que reunidos, formam uma multidão de idiotas.
Por Gilberto DimensteinA vaidade é o amor-próprio que se exibe. A modéstia é o amor-próprio que se oculta.
Por Bernard Fontenelle