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Você me falou, que nunca enganou ninguém Ele te contou, nunca enganei também Sou mais fazer do que falar
Por Banda CineII Pedro, 2PE, 1:20, Primeiramente, porém, saibam que nenhuma profecia da Escritura provém de interpretação pessoal;
Por II Pedro, Novo TestamentoTalvez haja apenas um pecado capital: a impaciência. Devido à impaciência, fomos expulsos do Paraíso; devido à impaciência, não podemos voltar.
Por Franz KafkaUm deles era muito inteligente e aprendeu tudo, entendeu tudo e levou isso tudo consigo quando morreu. O outro era razoavelmente estúpido e inventou um modelo aperfeiçoado de aguça-lápis. E existiu mais.
Por Vergílio FerreiraOséias, OS, 9:5, ´O que vocês farão no dia da solenidade e no dia da festa do Senhor?
Por Oséias, Antigo TestamentoI Reis, 1RS, 20:7, Então o rei de Israel chamou todos os anciãos da sua terra e lhes disse: - Como vocês podem notar e ver, este homem procura o mal. Mandou exigir as minhas mulheres, os meus filhos, a minha prata e o meu ouro, e não os neguei a ele.
Por I Reis, Antigo TestamentoI Samuel, 1SM, 20:11, Jônatas respondeu: - Venha, vamos ao campo. E eles foram.
Por I Samuel, Antigo TestamentoMas será possível, Eu devo estar meio sensível, Lembrei de tudo Lembrei de ontem, Lembrei do nosso tempo tão curto, Tempo tão solto Tempo tão, tão irreversível Pra nós nada é impossível
Por Elana DaraO que há de comum entre o pensamento judaico-cristão e o pensamento zen-budista é a consciência de que preciso abdicar da minha 'vontade' (no sentido do meu desejo de forçar, dirigir, estrangular o mundo fora de mim e dentro de mim) a fim de ser completamente aberto, receptivo, desperto, vivo. Na terminologia de Zen chama-se a isto, frequentemente, de 'esvaziar-se' - o que não tem nenhum significado negativo, mas de receptividade para receber. Na terminologia cristã isto se denomina, amiúde, 'anular-se e aceitar a vontade de Deus' (...) [Mas numa interpretação paternalista da fé cristã, também muito explorada pelas tiranias laicas do século XX, que jogam com o nosso 'medo à liberdade' que Fromm estudou num de seus clássicos de psicanálise política] em lugar de tomar suas decisões, o homem as deixa a cargo de um pai onisciente e onipotente, que vela por ele e sabe o que lhe convém. Claro está que, nessa experiência, o homem não se torna aberto e receptivo, senão obediente e submisso. A obediência à vontade de Deus se processa melhor quando inexiste o conceito de Deus. Paradoxalmente, obedeço realmente à vontade de Deus quando dele me esqueço. O conceito do vazio Zen implica o verdadeiro significado da renúncia à própria vontade, sem, todavia, o perigo de regressar ao conceito idólatra de um pai ajudador. Erich Fromm, "Psicanálise e Zen-Budismo"
Por Erich FrommI Coríntios, 1CO, 4:5, Portanto, não julguem nada antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações. E então cada um receberá o seu louvor da parte de Deus.
Por I Coríntios, Novo Testamento