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Mais frases e pensamentos de alexandre morais

“Dar as costas é como inclinar o mundo. É escurecer e umedecer os olhos de alguém. É formar um eclipse sem vida, sem sol e sem luz. O ato de girar o corpo leva com ele os sonhos, afeto e o carinho. É como se ficasse com um pedaço da sua alma. Se tranca em amargura e se cai no esquecimento. Não no esquecimento de quem lhe deu as costas, mas na sua própria consciência. Esse esquecimento te faz vagar sozinho, mas sempre te guiando a encontrar alguém de braços abertos.”

“Ingratidão É, a vida sempre nos dando uma rasteira. Quando você encontra a felicidade, ela vêm e mostra da pior maneira, que no mundo não há eternidade. É como se fosse uma casa, que a cada dia você constrói. E depois de tanto esforço. Vem um simples terremoto e a destrói. Você pensa no melhor, isso eles não reconhecem. São tão pessimistas que, viram as costas e te aborrecem. O modo certo é caminhar, sem rumo nem direção. Fica - se um pesar. E junto com ele o gosto de ingratidão. As pessoas erram, isso eu sei. Mas veja pelo lado positivo. Do seu lado, eu sempre estarei.”

“Você vai embora, deixando para trás várias histórias, vários sorrisos largos e brancos que me cegam, que fazem aparecer essas covinhas, que eu sinto a vontade de mergulhar e me refrescar no seu suor, que fazem qualquer um perder o juízo, até mesmo o mais duro dos corações. Impossível não notar, impossível não olhar, impossível de falar. Beleza inimaginável. Obra esculpida não pelas mãos dos anjos e sim das mãos de Deus. Perfeição. Sem hesitar, sem errar. Ele quer que você caminhe pelo plano terrestre para depois encontrar a paz. Vários seria os séculos, as décadas e os anos que ele poderia ter - te esculpido. Mas não. Ele queria que eu te encontrasse, ter - te conhecido, ter - te admirado. Em silêncio. Mas te admirado. Com a mesma admiração de quando uma mãe dá luz a um filho. Uma admiração verdadeira. O que sobrou foi só a saudade. Saudade essa que crava com as unhas cada dia o meu coração. Que vai ferindo e sangrando, gota a gota, até chegar a hemorragia vermelha, fria e sombria. Não pelo vermelho do sangue, e sim o vermelho do amor. O trem vai partir, levando com ele nos trilhos os pés mais delicados, no farol o olhar mais brilhante, penetrante e intenso. Na chaminé os cabelos, que ao vento ganham os ares do horizonte. No apito a voz, doce e serena, que cruza os ouvidos e vira melodia no corpo. O seu andar leva passageiros, não como matéria ou apenas carne, e sim como pessoas, que encontram a segurança de poder embarcar nesse trem. Trem esse que tem tudo para ganhar o mundo, mas que nunca esqueça de onde partiu, de quem o idealizou e o concretizou. Até dos que quando acabou o combustível, desceram no escuro e deram um empurrão. Vá em frente, faça falta e preencha o vazio, arrepie meu corpo, me entristeça com a sua distância mas me alegre com suas conquistas. Não lembra - te de mim, lembre - se apenas que eu me lembro de você.”