“O Estrangeiro Todos deveriam sentir-se estrangeiros um dia. Não simplesmente turistas, por que turismo é diversão, nem viajando a trabalho, por que o trabalho consome todas nossas emoções, mas estrangeiros mesmo, que é quando se chega a um lugar com a intenção de ficar, mas sem conhecer um único metro do que se está à frente. É algo desafiador chegar a um lugar sem conhecer nada nem ninguém, sem saber onde ficar ou o que irá fazer ao certo. Cada passo parece ser um passo em falso, cego, sem destino. Um frio corre tua espinha a cada instante, tal qual estivesses à beira de um abismo, ou caindo no próprio abismo, sem nada nem ninguém para te amparar. Neste momento conhece-se o Homem dentro de nós, sua força, sua capacidade de dominar o meio, interagir com ele, fazer amizades, vencer o medo. Descobre-se que o mundo não é assim, um “bicho de sete cabeças...” Descobre-se que estar sozinho não é condição intrínseca ao meio, mas intrínseca a nós mesmos e que podemos transformar para melhor qualquer realidade. Isso faz lembrar o que eu sempre disse a mim mesmo e que a cada dia consigo mais razões para acreditar: Se tu queres voar, supera teu medo, vai à beira de um abismo e lança-te no ar. Não hesite. Ou tu cairás ou alçarás vôo, mas acredite, tu voarás! Como bem disse Henry Ford, “em todas as áreas de atividades existem mais pessoas que desistem do que pessoas que fracassam.” O sucesso é questão de Coragem!!”
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Nota: Trecho do poema "Vida" de Augusto Branco
“A maior covardia de um homem é despertar o amor de uma mulher sem ter a intenção de amá-la.”
Nota: Trechos fora da ordem da crônica "As razões que o amor desconhece", presente no livro "Trem-Bala", de Martha Medeiros.
“A maior covardia de um homem é despertar o amor de uma mulher sem ter a intenção de amá-la.”
Nota: Trecho do poema "Todo o Amor". A autoria do pensamento tem vindo a ser erroneamente atribuída a Bob Marley.
“Porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante.”
Nota: Muitas vezes atribuída de forma errônea a Charles Chaplin, a frase é um trecho do poema "Vida" de Augusto Branco