“A vida numa corda bamba Costumo dizer que quando estamos muito tristes, com a alma triste até a morte, é como se estivéssemos atravessando um desfiladeiro em uma corda bamba. O que tem embaixo é um Abismo, e o que está acima é o Céu. Se você olhar pra baixo, você verá o Abismo. O Abismo atrai o olhar, mas o Abismo é morte certa, e ao olhar para ele você pode entontecer e cair. Portanto, nunca olhe para o Abismo. Mas também não olhe para o Céu. O Céu é como um sonho, e ele pode estar belíssimo, muito azul, com um Sol radiante ou repleto de estrelas, não importa: não olhe para o Céu, por que de tão belo ele pode fazer você esquecer de que precisa manter o equilíbrio e seus pés bem firmes na corda. Desta forma, eu te digo: o único lugar para o qual você deve olhar é para a frente, onde está o Horizonte. O Horizonte é onde está tudo o que você pode descobrir, viver e alcançar. Basta seguir em frente. Se você olhar para trás, poderá ver teus familiares e amigos dizendo “siga em frente”. Mas se não puderes ouvir isto, concentre-se em teus pensamentos, por que é na verdade o que você quer: Seguir em frente!Então apenas mire o horizonte, mantenha teus passos bem firmes e você atravessará o desfiladeiro, onde do outro lado haverá um mundo, pessoas e uma vida que esperam, sinceramente, que você siga em frente.”
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Nota: Trecho do poema "Vida" de Augusto Branco
“A maior covardia de um homem é despertar o amor de uma mulher sem ter a intenção de amá-la.”
Nota: Trechos fora da ordem da crônica "As razões que o amor desconhece", presente no livro "Trem-Bala", de Martha Medeiros.
“A maior covardia de um homem é despertar o amor de uma mulher sem ter a intenção de amá-la.”
Nota: Trecho do poema "Todo o Amor". A autoria do pensamento tem vindo a ser erroneamente atribuída a Bob Marley.
“Porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante.”
Nota: Muitas vezes atribuída de forma errônea a Charles Chaplin, a frase é um trecho do poema "Vida" de Augusto Branco