Mais frases de John Heywood!

Janaina acorda todo dia às quatro e meia E já na hora de ir pra cama, Janaina pensa Que o dia não passou Que nada aconteceu Janaina é passageira Passa as horas do seu dia em trens lotados Filas de supermercados, bancos e repartições Que repartem sua vida Mas ela diz Que apesar de tudo ela tem sonhos Mas ela diz Que um dia a gente há de ser feliz Ela diz Que apesar de tudo ela tem sonhos Ela diz Que um dia a gente há de ser feliz Se Deus quiser..... Janaina é beleza de gestos, abraços, Mãos, dedos, anéis e labios Dentes e sorriso solto Que escapam do seu rosto Janaina é só lembrança de amores guardados Hoje é apenas mais uma pessoa Que tem medo do futuro- que aconteceu ? - Se alimenta do passado Mas ela diz Que apesar de tudo ela tem sonhos Mas ela diz Que um dia a gente há de ser feliz Diz Que apesar de tudo ela tem sonhos Ela diz Que um dia a gente há de ser feliz Se Deus quiser..... Já não imagina Quantos anos tem Já na iminência De outro aniversário Janaina acorda todo dia às quatro e meia Já na hora de ir pra cama, Janaina pensa Que o dia não passou Que nada aconteceu

Por Biquini Cavadão

Arrastar espantalhos pelo chão é o que a tempestade faz primeiro.

Por Kyoroku

As vozes não têm idade quando falam de terremotos à luz das lareiras.

Por Kyoroku

⁠Feliz aniversário, mãe! Feliz aniversário, mãe! Todas as alegrias e dificuldades que compartilhamos juntos é a razão de eu ser quem eu sou hoje. Contigo aprendi a lidar com os obstáculos, a nunca desistir dos meus sonhos e a me rodear de pessoas que compartilham dos mesmos princípios que nós. Que neste dia você seja tomada por uma onda de alegria e paz. Quero que saiba que tenho muito orgulho de você e da sua valentia. Você é a minha heroína em todas as histórias e representa tudo de melhor que observo no mundo. Parabéns!

Por Paulo Denker

A pessoa que se vende recebe sempre mais do que vale.

Por Barão de Itararé

Filipe II tinha um colar de oiro tinha um colar de oiro com pedras rubis. Cingia a cintura com cinto de coiro, com fivela de oiro, olho de perdiz Comia num prato de prata lavrada girafa trufada, rissóis de serpente. O copo era um gomo que em flor desabrocha, de cristal de rocha do mais transparente. Andava nas salas forradas de Arrás, com panos por cima, pela frente e por trás. Tapetes flamengos, combates de galos, alões e podengos, falcões e cavalos. Dormia na cama de prata maciça com dossel de lhama de franja roliça. Na mesa do canto vermelho damasco a tíbia de um santo guardada num frasco. Foi dono da terra, foi senhor do mundo, nada lhe faltava, Filipe Segundo. Tinha oiro e prata, pedras nunca vistas, safira, topázios, rubis, ametistas. Tinha tudo, tudo sem peso nem conta, bragas de veludo, peliças de lontra. Um homem tão grande tem tudo o que quer. O que ele não tinha era um fecho éclair.

Por António Gedeão

Eu escolho um homem que não duvide de minha coragem, que não me acredite inocente, que tenha a coragem de me tratar como uma mulher.

Por Anaïs Nin

O cristianismo não é romântico; é realista.

Por Francis A. Schaeffer

⁠A rejeição é apenas uma opinião, lembra? Isso reflete mais sobre eles do que sobre mim.

Por Jia Jiang

Diabo: À barca, à barca, houlá! que temos gentil maré! - Ora venha o carro a ré! Companheiro: Feito, feito! Bem está! Vai tu muitieramá, e atesa aquele palanco e despeja aquele banco, pera a gente que virá. À barca, à barca, hu-u! Asinha, que se quer ir! Oh, que tempo de partir, louvores a Berzebu! - Ora, sus! que fazes tu? Despeja todo esse leito! Companheiro: Em boa hora! Feito, feito! Diabo: Abaixa aramá esse cu!

Por Gil Vicente