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Às vezes, penso que isso é só umas brisa minha Mas quando penso em você A mão junta com a caneta e a letra se escreve sozinha
Por Kawe– Mestre, você se considera um homem ou um deus? O Buda sorriu e respondeu: – Nenhum dos dois. Sou apenas alguém que acordou enquanto o resto de vocês ainda está dormindo.
Por Aravind AdigaSalmos, SL, 22:29, Todos os ricos da terra hão de comer e adorar, e todos os que descem ao pó se prostrarão diante dele, até aquele que não pode preservar a própria vida.
Por Salmos, Antigo TestamentoA BICICLETA Me lembro, me lembro foi depois do jantar, meu avô me chamou, tinha um riso na cara, um riso de festa: - Guilherme, vou tapar seus olhos, venha cá. Os tios, os primos, os irmãos, na grande mesa redonda ficaram rindo baixinho, estou ouvindo, estou ouvindo: - Abre os olhos, Guilherme! Estava na sala de jantar, junto da porta do corredor, como uma santa irradiando, num altar, como uma coroa na cabeça de um rei, a bicicleta novinha, com lanterna, campainha, lustroso selim de couro, tudo. Me lembrei hoje da minha bicicleta quando chegou a minha geladeira. Mas faltou qualquer coisa à minha alegria, talvez a mesa redonda, os tios, os primos rindo baixinho, – abre os olhos, Guilherme! Oh! Faltou qualquer coisa à minha alegria!
Por J. G. de Araújo Jorge- Vamos descobrir um tesouro naquela casa? - Mas não há nenhuma casa... - Então vamos construí-la !
Por Groucho MarxHá de viver, pastoreando... Com coração jovem, ousado e arejado... À coroa de espinhos dos sentidos... Onde o luar o banha... Suavemente ofendido... No silêncio sob os lábios frios... Ninguém está a escutar... O sacro se mistura ao profanos... O tato que devora, sem dó nem piedade... No dispersar dos anos... Perde a consciência... Sem hora, nem idade... Na madrugada que ronda... Sem rumo, sem afronta... Fatigado de estar, sem força, nem fumo... Sob tudo que fez, sem glória nem fama, Do medo que perdeu, sem dor nem chama... Quando a noite vem... Com sombras profundas... Por Deus, pelos Poetas, pelo mundo, clama... Eu a si pergunta: -Valeu? O silêncio responde... E o eco da voz, sem resposta... Se desfaz ao vento... Que o abraça... Em meio à escuridão... Sem luz, nem guia... Busca respostas... Mas só encontra sombras frias... Só o eco dos seus passos... Sem destino, nem meta... E o vazio que o consome... Sem paz... Sem ser clemente... Para ele, de frente, sorri... Na solidão da alma... Onde sombras dançam... Procura a luz... Procura colo... Mas só encontra trevas que o cercam... E ainda assim, continua buscando... Um sentido... Uma razão para viver... Para sonhar... Para ofuscar o seu sofrer... Sandro Paschoal Nogueira
Por Sandro Paschoal Nogueira"O pensamento socrático é expansivo, é atraído pela verdade que apenas se deixa tocar pela ignorância consciente."
Por Karl Jaspers