Veja outros textos inspiradores!
Eles estavam assustados. Eles eram fracos. E sua fraqueza permitiu que fossem manipulados para o ódio.
Por Eddie JakuComo regra geral da biologia, as espécies migratórias são menos agressivas do que as sedentárias. Há uma razão óbvia para que isso ocorra. A migração em si, como a peregrinação, é a jornada difícil: um "nivelador" no qual os adaptados sobrevivem e os retardatários caem no caminho. A jornada, portanto, antecipa a necessidade de hierarquias e demonstrações de domínio. Os "ditadores" do reino animal são aqueles que vivem em um ambiente de abundância. Os anarquistas, como sempre, são o "pessoal da estrada".
Por Bruce ChatwinII Reis, 2RS, 20:19, Então Ezequias disse a Isaías: - Boa é a palavra do Senhor que você falou. Pois ele pensava assim: ´Enquanto eu viver haverá paz e segurança.`
Por II Reis, Antigo TestamentoDesencosta de mim Não sou mais nada seu Não força a intimidade De mim você já não arranca Nenhum arrepio de saudade
Por Hugo e GuilhermeHá três razões pelas quais o amor é absolutamente indissociável da literatura amorosa. A primeira é que a gente aprende a amar e a declarar o amor pela literatura. A segunda é que o amor se tornou relevante em nossa vida à força de ser descrito e idealizado pela literatura. A terceira é que o amor, como sentimento, é um efeito das palavras que o expressam: a literatura nos instiga a amar tanto quanto nossas próprias declarações amorosas.
Por Contardo CalligarisAs Folhas Mortas Oh! Gostaria tanto que você se lembrasse Dos dias felizes onde nos éramos amigos Naquele tempo a vida era mais bela E o sol mais brilhante do que é hoje As folhas mortas juntamos com a pá Você vê, eu não me esqueci As folhas mortas juntamos com a pá As lembranças e os arrependimentos também. E o vento do norte leva-as. Na noite fria do esquecimento Você vê, eu não me esqueci A canção que você me cantava. É uma canção que é semelhante a nós. Você, que me amava e eu te amava. E nós vivíamos sempre juntos Você que me amava, eu que te amava. Mas a vida separa aos que se amam. Tão docemente, sem fazer barulho. E o mar apaga sobre a areia Os passos dos amantes separados As folhas mortas juntamos com a pá As lembranças e os arrependimentos também Mas o meu amor, silencioso e fiel Sempre sorri e é grato pela vida. Eu te amei tanto, você estava tão bonita. Como você espera que eu esqueça? Naqueles dias, a vida era mais bonita E o sol mais brilhante do que é hoje. Você era meu doce amigo Mas eu não tenho nenhum arrependimento E a música que você cantou, Sempre, sempre vou ouvi-la! É uma canção que é semelhante a nós. Você, que me amava e eu te amava. E nós vivíamos sempre juntos Você que me amava, eu que te amava. Mas a vida separa aos que se amam. Tão docemente, sem fazer barulho. E o mar apaga sobre a areia Os passos dos amantes separados
Por Jacques Prévert