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Filipenses, FP, 4:14, No entanto, vocês fizeram bem, associando-se comigo nas aflições.

Por Filipenses, Novo Testamento

As nossas melhores ideias vêm dos outros.

Por Ralph Waldo Emerson

La de cima me ensina a confiar, graças a Jah Jah meu sonho é continuar. Cantando o louvor tipo do lugar pro lugar, e sem a benção do pai não sei onde posso chegar.

Por Flora Matos

Mateus, MT, 25:24, <J> - Chegando, por fim, o que tinha recebido um talento, disse: ´Sabendo que o senhor é um homem severo, que colhe onde não plantou e ajunta onde não espalhou,</J>

Por Mateus, Novo Testamento

Está com depressão? Pare, ore a Deus. Converse com ele. Diga o quanto ama. E pessa ajuda! Porque Deus resolve tudo. O impossível pra nós, é fácil pra ele. Amém!⁠

Por Dheffsanttos

Agravo vulgar à política é confundi-la com a astúcia.

Por Baltasar Gracián y Morales

Qualquer coisa que eu tivesse feito naquele dia teria sido importante, teria sido gravado a ferro e fogo na minha mente e marcado meu coração. Não sei por que te conheci naquele dia, mas sei que, por isso, você passou a fazer sempre parte da história da minha vida.

Por Jill Santopolo

Quando uma porta da felicidade se fecha, outra se abre, mas costumamos ficar olhando tanto tempo para a que se fechou que não vemos a que se abriu.

Por Helen Keller

Lira do amor romântico Ou a eterna repetição Atirei um limão n’água e fiquei vendo na margem. Os peixinhos responderam: Quem tem amor tem coragem. Atirei um limão n’água e caiu enviesado. Ouvi um peixe dizer: Melhor é o beijo roubado. Atirei um limão n’água, como faço todo ano. Senti que os peixes diziam: Todo amor vive de engano. Atirei um limão n’água, como um vidro de perfume. Em coro os peixes disseram: Joga fora teu ciúme. Atirei um limão n’água mas perdi a direção. Os peixes, rindo, notaram: Quanto dói uma paixão! Atirei um limão n’água, ele afundou um barquinho. Não se espantaram os peixes: faltava-me o teu carinho. Atirei um limão n’água, o rio logo amargou. Os peixinhos repetiram: É dor de quem muito amou. Atirei um limão n’água, o rio ficou vermelho e cada peixinho viu meu coração num espelho. Atirei um limão n’água mas depois me arrependi. Cada peixinho assustado me lembra o que já sofri. Atirei um limão n’água, antes não tivesse feito. Os peixinhos me acusaram de amar com falta de jeito. Atirei um limão n’água, fez-se logo um burburinho. Nenhum peixe me avisou da pedra no meu caminho. Atirei um limão n’água, de tão baixo ele boiou. Comenta o peixe mais velho: Infeliz quem não amou. Atirei um limão n’água, antes atirasse a vida. Iria viver com os peixes a minh’alma dolorida. Atirei um limão n’água, pedindo à água que o arraste. Até os peixes choraram porque tu me abandonaste. Atirei um limão n’água. Foi tamanho o rebuliço que os peixinhos protestaram: Se é amor, deixa disso. Atirei um limão n’água, não fez o menor ruído. Se os peixes nada disseram, tu me terás esquecido? Atirei um limão n’água, caiu certeiro: zás-trás. Bem me avisou um peixinho: Fui passado pra trás. Atirei um limão n’água, de clara ficou escura. Até os peixes já sabem: você não ama: tortura. Atirei um limão n’água e caí n’água também, pois os peixes me avisaram, que lá estava meu bem. Atirei um limão n’água, foi levado na corrente. Senti que os peixes diziam: Hás de amar eternamente.

Por Carlos Drummond de Andrade

Esdras, ED, 8:10, Dos filhos de Bani, Selomite, filho de Josifias, e, com ele, cento e sessenta homens.

Por Esdras, Antigo Testamento