Veja outros textos inspiradores!
Deuteronômio, DT, 18:13, Sejam perfeitos para com o Senhor, seu Deus.
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoIsaías, IS, 14:22, - Eu me levantarei contra eles, diz o Senhor dos Exércitos. Acabarei com o nome e os sobreviventes da Babilônia, com os seus descendentes e a sua posteridade, diz o Senhor.
Por Isaías, Antigo TestamentoIsaías, IS, 16:9, Por isso, prantearei, com o pranto de Jazer, pela vinha de Sibma. Eu as regarei com as minhas lágrimas, ó Hesbom e Eleale, pois sobre os seus frutos de verão e sobre a sua colheita já caiu o ´eia` dos inimigos.
Por Isaías, Antigo TestamentoNúmeros, NM, 32:26, Nossas crianças, nossas mulheres, nossos rebanhos e todos os nossos animais estarão aí nas cidades de Gileade,
Por Números, Antigo TestamentoQuando o homem endurece o coração, Deus continua a falar-lhe, mas o homem não pode ouvir.
Por Billy GrahamÊxodo, EX, 3:2, Ali o Anjo do Senhor lhe apareceu numa chama de fogo, no meio de uma sarça. Moisés olhou, e eis que a sarça estava em chamas, mas não se consumia.
Por Êxodo, Antigo TestamentoLucas, LC, 23:30, <J>Nesses dias, dirão</J> <J>aos montes: ´Caiam em cima de nós!` E às colinas: ´Cubram-nos!`</J>
Por Lucas, Novo TestamentoMulheres Meio Ananda Nós, mulheres meio Ananda, queremos ser sentidas, não apenas vistas. Queremos alguém que decifre nossos silêncios, que ouse atravessar o mistério por trás do olhar, e encontre, ali dentro, a vastidão de um universo que pulsa. Falamos da vida — sim, falamos — mas não nos resumimos a palavras. Há em nós um canto que nem mesmo sabemos entoar. Um desejo sem nome, uma sede de viver com leveza e fúria, com beleza e verdade, tocando com os olhos, os dedos, a alma, as maravilhas que o mundo esconde. Nós, mulheres meio Ananda, aprendemos a nos amar com o mesmo cuidado que um dia esperamos receber. Nos amamos no espelho e no silêncio, nos cuidamos como se fossemos jardim — flores e espinhos, sol e sombra. Desejamos ser amadas assim: sem podas, sem medo, inteiras. Nossos sonhos — mesmo os mais banais — carregam o peso doce do coração. Somos de instantes e de eternidades. Queremos o alto de um prédio em Nova York, e também um chalé rústico, banhado pelo pôr do sol, ao lado do mar, com um cabrito chamado Tobias e um golden de olhar fiel. E ainda que não leiamos sempre, amamos a ideia de uma biblioteca — não pelas palavras, mas pela beleza quieta que ela carrega. Afinal, o que queremos, nós, mulheres meio Ananda? Queremos viver com sentido, rir com o corpo inteiro, colecionar momentos que fiquem na pele. Queremos lembrar por que estamos vivas, ser compreendidas sem precisarmos nos explicar. Queremos — apenas isso — ser felizes.
Por anandayasminmeu avô não gostava de agosto dizia agosto mês de desgosto quando passava dizia agora não morro mais
Por Angélica Freitas