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O comum é ser mais um do censo A média sempre no seu lugar Mas quando a gente perde tempo Não há conta que faz voltar
Andando por aqui sozinho Eu consigo enxergar a dor A empatia que nos falta Retrocede o que restou Talvez seja questão de ser humano inteiro Voltar e me olhar no espelho Lavar a alma e tentar seguir em frente Mostrar que tudo pode ser Tentando escapar do que há de pior Pois o mundo já não é o mesmo Fácil de cair, sem sintonia não há paz Vou recomeçar sem medo
Superar O que passou, passou e já não volta Contemplar o que ainda preciso viver E talvez Ainda há tempo de mudar as coisas Transcender o que é irreal pra mim
Nessa luta eu sou Só mais um Dos destinados a vencer Nessa luta eu vou Mas com um laço forte Um novo norte Um fim