Ver outros textos deste Autor...
O comum é ser mais um do censo A média sempre no seu lugar Mas quando a gente perde tempo Não há conta que faz voltar
Começou outra revolução Aposto alto sem ter medo da queda no chão Sou santo forte com um novo norte
Andando por aqui sozinho Eu consigo enxergar a dor A empatia que nos falta Retrocede o que restou Talvez seja questão de ser humano inteiro Voltar e me olhar no espelho Lavar a alma e tentar seguir em frente Mostrar que tudo pode ser Tentando escapar do que há de pior Pois o mundo já não é o mesmo Fácil de cair, sem sintonia não há paz Vou recomeçar sem medo
Nessa luta eu sou Só mais um Dos destinados a vencer Nessa luta eu vou Mas com um laço forte Um novo norte Um fim