Mais frases de paulo gabriel!

Melhor não pensar. Quanto mais reza, mais tentação aparece. A vida é pra frente, o que ficou pra trás é escuridão, poeira só, lembrança.

Por Autran Dourado

O sol não tem memórias, o sol invade a terra, atravessa os homens, escurece-os de sombras, seca-os.

Por Autran Dourado

Uma história não deve ser apressada, tem-se de compor devagarinho, é que nem bordado, deve obedecer a um risco.

Por Autran Dourado

Malaquias, ML, 2:9, Por isso, também eu os fiz desprezíveis e indignos diante de todo o povo, na medida em que vocês não guardaram os meus caminhos e se mostraram parciais na aplicação da lei.

Por Malaquias, Antigo Testamento

Eu não tenho raiva de ninguém e nem tenho mágoa de ninguém, como eu posso ter mágoa com este poder todo que Deus me deu para cantar?

Por Elza Soares

A invenção é a raiz do nosso sucesso. Fizemos coisas malucas juntos e depois as tornamos normais.

Por Jeff Bezos

⁠Não se importe com as circunstâncias, com o cenário difícil e o diagnóstico contrário. Pode ser que o seu dia já tenha começado com uma notícia triste ou com uma dor insuportável. Este será o conjunto ideal para Deus realizar um grande milagre e transformar a sua vida e a sua história.

Por Café com Deus Pai (livro)

Sou como o dólar: sempre tenho prestígio.

Por Elza Soares

A arte não é um espelho para refletir o mundo, mas um martelo para forjá-lo.

Por Vladimir Maiakóvski

Hino ao crítico Da paixão de um cocheiro e de uma lavadeira Tagarela, nasceu um rebento raquítico. Filho não é bagulho, não se atira na lixeira. A mãe chorou e o batizou: crítico. O pai, recordando sua progenitura, Vivia a contestar os maternais direitos. Com tais boas maneiras e tal compostura Defendia o menino do pendor à sarjeta. Assim como o vigia cantava a cozinheira, A mãe cantava, a lavar calça e calção. Dela o garoto herdou o cheiro de sujeira E a arte de penetrar fácil e sem sabão. Quando cresceu, do tamanho de um bastão, Sardas na cara como um prato de cogumelos, Lançaram-no, com um leve golpe de joelho, À rua, para tornar-se um cidadão. Será preciso muito para ele sair da fralda? Um pedaço de pano, calças e um embornal. Com o nariz grácil como um vintém por lauda Ele cheirou o céu afável do jornal. E em certa propriedade um certo magnata Ouviu uma batida suavíssima na aldrava, E logo o crítico, da teta das palavras Ordenhou as calças, o pão e uma gravata. Já vestido e calçado, é fácil fazer pouco Dos jogos rebuscados dos jovens que pesquisam, E pensar: quanto a estes, ao menos, é preciso Mordiscar-lhes de leve os tornozelos loucos. Mas se se infiltra na rede jornalística Algo sobre a grandeza de Puchkin ou Dante, Parece que apodrece ante a nossa vista Um enorme lacaio, balofo e bajulante. Quando, por fim, no jubileu do centenário, Acordares em meio ao fumo funerário, Verás brilhar na cigarreira-souvenir o Seu nome em caixa alta, mais alvo do que um lírio. Escritores, há muitos. Juntem um milhar. E ergamos em Nice um asilo para os críticos. Vocês pensam que é mole viver a enxaguar A nossa roupa branca nos artigos?

Por Vladimir Maiakóvski