Sou como o dólar: sempre tenho prestígio.
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O que eu digo, o mundo tá vendo e ouvindo – e ninguém tem coragem pra falar.
Nota: Uma das frases de Elza selecionadas em uma matéria da "Folha de S.Paulo".
Não tenho medo de nada. Temos que ensinar o medo a ter medo de nós.
A gente é criada para ser assim, mas temos que mudar. Precisamos ser criadas para a liberdade. O mundo é grande demais para não sermos quem a gente é.
Não quero pensar que minha vida tá acabando. Eu quero é mais um dia. E viver esse dia.
Eu quero ter o direito de estar buscando isso ou aquilo. Quero andar, comer, dormir, amar, cantar. Ter isso, pra mim, é que é o verdadeiro poder.
Eu sou só um ser humano, de carne e osso sofridos. Não me sinto a mulher mais poderosa do mundo. Sinto que sou, talvez, a que pisa mais forte no chão – isso, sim. Pra ter certeza de que estou viva!
Nota: Trecho da canção O que se cala.
Almejo tudo! Estou viva! Quero sempre ser feliz de verdade! Busco saúde, sucesso na vida, mesa farta e poder caminhar de cabeça erguida, dar cabeçada também faz parte e ser respeitada. Não são 50 anos, são 50 minutos de vida, ela passa rápido, são 50 suspiros revigorantes de prazer e felicidade! Costumo dizer que “my name is now” (meu nome é agora)!
Meu choro não é nada além de carnaval É lágrima de samba na ponta dos pés A multidão avança como vendaval Me joga na avenida que não sei qual é Pirata e super homem cantam o calor Um peixe amarelo beija minha mão As asas de um anjo soltas pelo chão Na chuva de confetes deixo a minha dor
Sou eu quem carrega essa bandeira há anos no Brasil, durante toda a minha trajetória. Não tem ninguém mais que fale de mulher, de negritude. E não falam porque é uma doença, uma doença chamada “medo”.
E quando tua mãe ligar Eu capricho no esculacho Digo que é mimado Que é cheio de dengo Mal acostumado Tem nada no quengo Deita, vira e dorme rapidinho Você vai se arrepender de levantar a mão pra mim