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Por poeta do cerrado - Luciano Spagnol
DIA DE FRIO NO CERRADO (soneto) A manhã de nevoa branca e fria num úmido dia, e tão invernado em maio nas bandas do cerrado embrulhado pela geada ventania Ruflante folha, em triste romaria e a garoa, em um tom enxarcado num bale, do inverno anunciado: faz frio, frio que frio no frio viria Arfa no peito este frio ardente achega no cobertor cavaleiro é frio que sente, e mais sente Vergado, olhar gelado, cordeiro ó dia de frio no cerrado, gente escasso ao sertanejo costumeiro! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 29 maio, 2025, 169’29” – Araguari, MG Frente fria