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Eu prometo que não dormiria por mais que meus olhos pesassem não os fecharia. eu ali, inerte, dura resistindo aos apelos de Morfeu deitada de frente a ti a contemplar tua insônia fazendo-lhe mil cafunés você pedindo imobilidade eu respirando o cheiro forte da química do teu cabelo em minhas mãos
Quero alguém para trançar-lhe os cabelos Sentar na grama Sou de terra Terra. Terra para os pés, firmeza Terra para as mãos, carícia
quero a intimidade da liberdade do teu corpo em sono. ao prometer-lhe a novidade e o prazer de ser a primeira a dormir escravizei-me ao sonho teu.
Jamais lembrarei as palavras ditas saídas como vômito de algodão-doce sem filtro feito flechas tentando cegar aqueles olhos de capitu que me petrificavam e me botavam a falar como doida ou criança com sono, quizás. Fechou-se o bar. E aquela rua tão movimentada de dia! Parecia viagem parecia outra cidade.
tentei ser suave mas o corpo pesa