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A sua mente deve ser rica muito antes da sua carteira.

Por Daniel Ally

em alguns momentos é necessário que você junte seus próprios cacos, que se acalente no seu próprio amor e que divida a vida com você mesma, porque quase sempre, no final do dia, você acaba sendo tudo que tem.

Por Afeto Interestelar

Ezequiel, EZ, 32:27, E estão com os valentes dos tempos antigos que, dentre os incircuncisos, foram mortos e desceram ao mundo dos mortos com as suas próprias armas de guerra e com a espada debaixo da cabeça. A iniquidade deles está sobre os seus ossos, porque eram o terror dos heróis na terra dos viventes.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Juízes, JZ, 10:10, Então os filhos de Israel clamaram ao Senhor, dizendo: - Pecamos contra ti, porque deixamos o nosso Deus e adoramos os baalins.

Por Juízes, Antigo Testamento

...Quero ser amado por e em tua palavra...

Por Carlos Drummond de Andrade

Amizade, casamento de dois seres que não podem dormir juntos.

Por Jules Renard

⁠É engraçado, mas quando você pensa sobre isso, estamos todos quebrados. É isso que a vida faz. Ela o derruba e o quebra e você se levanta novamente ou não.

Por Jennifer Lynn Barnes

Presente, passado e futuro? Tolice. Não existem. A vida é uma ponte interminável. Vai-se construindo e destruindo. O que vai ficando para trás com o passado é a morte. O que está vivo vai adiante.

Por Darcy Ribeiro

Popular é o ruim gostoso.

Por Mário de Andrade

O que há de comum entre o pensamento judaico-cristão e o pensamento zen-budista é a consciência de que preciso abdicar da minha 'vontade' (no sentido do meu desejo de forçar, dirigir, estrangular o mundo fora de mim e dentro de mim) a fim de ser completamente aberto, receptivo, desperto, vivo. Na terminologia de Zen chama-se a isto, frequentemente, de 'esvaziar-se' - o que não tem nenhum significado negativo, mas de receptividade para receber. Na terminologia cristã isto se denomina, amiúde, 'anular-se e aceitar a vontade de Deus' (...) [Mas numa interpretação paternalista da fé cristã, também muito explorada pelas tiranias laicas do século XX, que jogam com o nosso 'medo à liberdade' que Fromm estudou num de seus clássicos de psicanálise política] em lugar de tomar suas decisões, o homem as deixa a cargo de um pai onisciente e onipotente, que vela por ele e sabe o que lhe convém. Claro está que, nessa experiência, o homem não se torna aberto e receptivo, senão obediente e submisso. A obediência à vontade de Deus se processa melhor quando inexiste o conceito de Deus. Paradoxalmente, obedeço realmente à vontade de Deus quando dele me esqueço. O conceito do vazio Zen implica o verdadeiro significado da renúncia à própria vontade, sem, todavia, o perigo de regressar ao conceito idólatra de um pai ajudador. Erich Fromm, "Psicanálise e Zen-Budismo"

Por Erich Fromm