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Ezequiel, EZ, 21:22, Na mão direita estará a adivinhação sobre Jerusalém, para dispor os aríetes, para abrir a boca com ordens de matar, para lançar gritos de guerra, para colocar os aríetes contra os portões, para levantar rampas e torres de ataque.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoÉs invencível, inigualável Hoje e pra sempre reinarás Teu é o reino, Tua é a glória Acima de todo nome está
Por KemuelIsaías, IS, 33:23, Agora as suas cordas estão frouxas; não permitem firmar o mastro, nem estender a vela. Então se repartirá a presa de muitos despojos; até os coxos participarão dela.
Por Isaías, Antigo TestamentoJulgamo-nos tão espertos, tão analíticos, tão maduros e, no final das contas, somos todos formados por medos, inseguranças e sonhos. Criticamos e condenamos aquilo que não somos, mas que nos incomoda e, se por fato tomamos a premissa, não podemos dizer que somos indiferentes. Já dizia Dona Maria: “nenhum dos pregos misturados na caixinha toma martelada, apenas o que sai dela”. Virar alvo de críticas me ensinou, principalmente, que mesmo na pior das análises não há a indiferença. Isso, por si só, é razão para sorrir.
Por Felipe NetoNós somos mais inclinados a odiar os outros por coisas que nós discordamos, do que amar os outros por coisas que concordamos.
Por Charles Caleb ColtonA fecundidade é um dom, um fim do matrimônio, porque o amor conjugal tende naturalmente a ser fecundo. O filho não vem de fora acrescentar-se ao amor mútuo dos esposos; surge no próprio âmago dessa doação mútua, da qual é fruto e realização.
Por Catecismo da Igreja CatólicaVOLTA DE PASSEIO Assassinado pelo céu, entre as formas que vão para a serpente e as formas que buscam o cristal, deixarei crescer meus cabelos. Com a árvore de tocos que não canta e o menino com o branco rosto de ovo. Com os animaizinhos de cabeça rota e a água esfarrapada dos pés secos. Com tudo o que tem cansaço surdo-mudo e mariposa afogada no tinteiro. Tropeçando com meu rosto diferente de cada dia. Assassinado pelo céu! ( tradução: William Agel de Melo)
Por Federico García Lorca