“AMO-TE Amo-te quanto em largo, alto e profundo Minh'alma alcança quando, transportada, sente, alongando os olhos deste mundo, os fins do ser, a graça entresonhada. Amo-te a cada dia, hora e segundo A luz do sol, na noite sossegada e é tão pura a paixão de que me inundo Quanto o pudor dos que não pedem nada. Amo-te com a dor, das velhas penas com sorrisos, com lágrimas de prece, e a fé de minha infância, ingênua e forte. Amo-te até nas coisas mais pequenas, por toda vida, e assim DEUS o quiser Ainda mais te amarei depois da morte.”
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Nota: Trecho dos "Sonetos Portugueses" escritos por Elizabeth Barrett Browning entre 1844 e 1845 (tradução de Manuel Bandeira). Por vezes atribuído, de forma errônea a Madre Teresa de Calcutá.
Nota: Trecho do soneto XLIII.
“Se quiseres amar-me, que seja pelo próprio amor e nada mais.”
Nota: A tradução deste poema foi feita pelo também poeta Manuel Bandeira.
“Não meças a tarefa Até que o dia acabe e o afã termine Então, traz os teus medidores.”