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A minha mãe também foi mãe solteira. É difícil, muito difícil. Todas as mães são heroínas.
Por Beartown (série)O colonialismo não é uma máquina de pensar, não é um corpo dotado de razão. É a violência em estado puro, e só se curvará diante de uma violência maior.
Por Frantz FanonNem todo sofrimento nem a maior parte dele depende do destino; ocorre conforme o nosso convite. // Livro: Intensidade
Por Dean KoontzViagens na minha Terra Poetas em ano de Prosa! Pois este é século para poetas? Ou temos nós poetas para este século?
Por Almeida GarrettAPAIXONE-SE Apaixone-se definitivamente pelo SEU SONHO. O sonho de ninguém deve ser mais apaixonante que o seu. Apaixone-se pelo SEU TALENTO, mesmo que seu crítico insista para você escolher realizar outras coisas, mais "convenientes". Apaixone-se mais pela SUA VIAGEM do que pela chegada a seu destino, pois só a viajem é garantida. Apaixone-se pelo SEU CORPO, mesmo que ele esteja fora de forma, pois de "qualquer forma" ele é a única casa que você realmente possui. Apaixone-se pelas SUAS MEMÓRIAS mais deliciosas, ninguém pode tirá-las de dentro de você e elas são excelentes fontes de inspiração em momentos de dor. Apaixone-se PELAS BESTEIRAS SAUDÁVEIS que passam por sua mente entre um e outro momento de estresse, elas ajudam a sobreviver. Apaixone-se PELO SOL, ele é fiel, gratuito, absolutamente disponível e dá prazer. Apaixone-se primeiro POR ALGUÉM. Não espere alguém se apaixonar antes por você, só por garantia e segurança. Apaixone-se PELA DANÇA DA VIDA, que está sempre em movimento dentro da gente, mas que, por defesas nós teimamos em algemar. Apaixone-se mais PELO SIGNIFICADO DAS COISAS que você conquistar do que pelo seu valor material. Apaixone-se por SUAS IDÉIAS, mesmo que tenham dito que elas não serviam pra nada. Apaixone-se por SEUS PONTOS FORTES, mesmo que os pontos fracos insistam em ficar em alto relevo no seu cérebro. Apaixone-se PELA IDÉIA DE SER VERDADEIRAMENTE FELIZ. Felicidade encontra-se de sobra nas prateleiras de seus recursos interiores. Apaixone-se definitivamente POR VOCÊ! Apaixone-se rápido! O poder de decisão só pertence A VOCÊ!
Por Fênix FaustineTem sempre presente que a pele se enruga, que o cabelo se torna branco, que os dias se convertem em anos, mas o mais importante mão muda: tua força interior.
Por Madre Teresa de CalcutáSe se morre de amor Se se morre de amor! – Não, não se morre, Quando é fascinação que nos surpreende De ruidoso sarau entre os festejos; Quando luzes, calor, orquestra e flores Assomos de prazer nos raiam n’alma, Que embelezada e solta em tal ambiente No que ouve e no que vê prazer alcança! Simpáticas feições, cintura breve, Graciosa postura, porte airoso, Uma fita, uma flor entre os cabelos, Um quê mal definido, acaso podem Num engano d’amor arrebentar-nos. Mas isso amor não é; isso é delírio Devaneio, ilusão, que se esvaece Ao som final da orquestra, ao derradeiro Clarão, que as luzes ao morrer despedem: Se outro nome lhe dão, se amor o chamam, D’amor igual ninguém sucumbe à perda. Amor é vida; é ter constantemente Alma, sentidos, coração – abertos Ao grande, ao belo, é ser capaz d’extremos, D’altas virtudes, té capaz de crimes! Compreender o infinito, a imensidade E a natureza e Deus; gostar dos campos, D’aves, flores,murmúrios solitários; Buscar tristeza, a soledade, o ermo, E ter o coração em riso e festa; E à branda festa, ao riso da nossa alma fontes de pranto intercalar sem custo; Conhecer o prazer e a desventura No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto O ditoso, o misérrimo dos entes; Isso é amor, e desse amor se morre! Amar, é não saber, não ter coragem Pra dizer que o amor que em nós sentimos; Temer qu’olhos profanos nos devassem O templo onde a melhor porção da vida Se concentra; onde avaros recatamos Essa fonte de amor, esses tesouros Inesgotáveis d’lusões floridas; Sentir, sem que se veja, a quem se adora, Compreender, sem lhe ouvir, seus pensamentos, Segui-la, sem poder fitar seus olhos, Amá-la, sem ousar dizer que amamos, E, temendo roçar os seus vestidos, Arder por afogá-la em mil abraços: Isso é amor, e desse amor se morre!
Por Gonçalves Dias