Mais frases de Esther Solano!

⁠Porque você é tão séria? devia ser uma adolescente comum, animada para descobrir o campus,tirar carteira de motorista, ir para uma festa. Mas você é assim, anda de cara fechada no corredor para que ninguem ouse mexer com você, faz trabalhos sozinha para que tudo ocorra do jeito que você escolhe, e depois se julga por não ter se enturmado tando quanto deveria, fica sozinha e diz que ta tudo bem, de certa maneira ta tudo bem, pórem eu não sei oque acontece com você que se sente estranha, um pedaço á parte...

Por Julia

Nem sempre ganhamos nem sempre perdemos, mas uma coisa sempre acontece acrescentamos alguma experiência a nossa vida!Quando tudo parece estar perdido alguma maneira de virar o jogo sempre existirá, e por mais errado que voce tenha sido, por mais arrependimento que se tenha nada vai poder ser refeito voce tem que continuar com o peso daquilo que criou! Esse é o preço de arriscar, de tentar ser feliz! Se não deu certo, paciência. Temos a cada dia uma nova chance de recomeçar!E tentar, e tentar ate que a ultima gota de vida escape.

Por Ari

⁠A política é como andar de patins. Você vai em parte aonde quer e em parte aonde as malditas coisas te levam.

Por Henry Ashurst

⁠Amar alguém em infinito é amar além da matéria.

Por Jonasclea Cavalcante

velhinhos na praça só a tarde não envelhece

Por Alonso Alvarez e Camila Jabur

Se sou um cruel satirista pelo menos eu não sou um hipócrita: Eu nunca julgo o que outras pessoas fazem. Nem um político, nem um padre, eu nunca censuro o que os outros fazem. Nem um filósofo, um psiquiatra, eu nunca incomodo tentando analisar e resolver meus medos e neuroses.

Por Federico Fellini

A política é a ciência das exigências.

Por Lajos Kossuth

"Toco a tua boca, com um dedo toco o contorno do tua boca, vou desenhando essa boca como se estivesse saindo da minha mão, como se pela primeira vez a tua boca se entreabrisse e basta-me fechar os olhos para desfazer tudo e recomeçar. Faço nascer, de cada vez, a boca que desejo, a boca que a minha não escolheu e te desenha no rosto, uma boca eleita entre todas, com soberana liberdade eleita por mim para desenhá-la com minha mão em teu rosto e que por um acaso, que não procuro compreender, coincide exatamente com a tua boca que sorri debaixo daquela que a minha mão te desenha. Me olhas, de perto me olhas, cada vez mais de perto e, então, brincamos de cíclope, olhamo-nos cada vez mais de perto e nossos olhos se tornam maiores, se aproximam entre si, sobrepõem-se e os cíclopes se olham, respirando confundidos, as bocas encontram-se e lutam debilmente, mordendo-se com os lábios, apoiando ligeiramente a língua nos dentes, brincando nas suas cavernas onde um ar pesado vai e vem com um perfume antigo e um grande silêncio. Então, as minhas mãos procuram afogar-se nos teus cabelos, acariciar lentamente a profundidade do teu cabelo enquanto nos beijamos como se tivéssemos a boca cheia de flores ou de peixes, de movimentos vivos, de frangância obscura. E, se nos mordemos, a dor é doce, e se nos afogamos num breve e terrível absorver simultâneo de fôlego, essa instantânea morte é bela. E já existe uma só saliva e um só sabor de fruta, e eu te sinto tremular contra mim, como um lua na água."

Por Julio Cortázar

Para pessoas como ela, o mistério começava exatamente com a explicação.

Por Julio Cortázar

Gostávamos da casa porque, além de espaçosa e antiga (hoje que as casas antigas sucumbem à mais vantajosa liquidação de seus materiais), guardava as recordações de nossos bisavós, o avô paterno, nossos pais e toda a infância. Habituamo-nos, Irene e eu, a permanecer nela sozinhos, o que era uma loucura, pois nessa casa podiam viver oito pessoas sem se molestarem. Fazíamos a limpeza pela manhã, levantando-nos às sete, e pelas onze eu deixava a Irene as últimas peças por repassar e ia à cozinha. Almoçávamos ao meio-dia; sempre pontuais; então não ficava nada por fazer além de uns poucos pratos sujos. Era para nós agradável almoçar pensando na casa ampla e silenciosa; e em como nos bastávamos para mantê-la limpa.

Por Julio Cortázar