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Ela provavelmente voltou para casa sem nos avisar.

Por Home Before Dark

Frequentemente tenho longas conversas comigo mesmo, e sou tão inteligente que algumas vezes não entendo uma palavra do que estou dizendo.

Por Oscar Wilde

Romanos, RM, 16:5, Saúdem igualmente a igreja que se reúne na casa deles. Saúdem meu querido Epêneto, primeiro fruto da fé em Cristo na província da Ásia.

Por Romanos, Novo Testamento

Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: ninguém é o mesmo para sempre. Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto. Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as consequências destas ações. Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua...

Por Pedro Bial

⁠Isso é guerra. E, na guerra, não pode haver misericórdia.

Por Cursed: A Lenda Do Lago

Ser adulto é difícil porque viver no mundo moderno de alguma forma consegue ser, ao mesmo tempo, mais fácil do que nunca e absurdamente complicado.

Por Anne Helen Petersen

Minha missão é conseguir fazer com que a minha história faça diferença na vida de outras mulheres como eu, para elas saírem da comunidade e brilharem.

Por Bianca (Boca Rosa)

“Poucos homens, aqui na terra, sabem do segredo do ensinamento sem palavras e do poder do agir pelo não-agir.”

Por Lao-Tsé

Conservadorismo significa fidelidade, constância, firmeza. Não é coisa para homens de geleia.

Por Olavo de Carvalho

Em verdade temos medo. Nascemos escuro. As existências são poucas: Carteiro, ditador, soldado. Nosso destino, incompleto. E fomos educados para o medo. Cheiramos flores de medo. Vestimos panos de medo. De medo, vermelhos rios vadeamos. Somos apenas uns homens e a natureza traiu-nos. Há as árvores, as fábricas, Doenças galopantes, fomes. Refugiamo-nos no amor, este célebre sentimento, e o amor faltou: chovia, ventava, fazia frio em São Paulo. Fazia frio em São Paulo… Nevava. O medo, com sua capa, nos dissimula e nos berça. Fiquei com medo de ti, meu companheiro moreno, De nós, de vós: e de tudo. Estou com medo da honra. Assim nos criam burgueses, Nosso caminho: traçado. Por que morrer em conjunto? E se todos nós vivêssemos? Vem, harmonia do medo, vem, ó terror das estradas, susto na noite, receio de águas poluídas. Muletas do homem só. Ajudai-nos, lentos poderes do láudano. Até a canção medrosa se parte, se transe e cala-se. Faremos casas de medo, duros tijolos de medo, medrosos caules, repuxos, ruas só de medo e calma. E com asas de prudência, com resplendores covardes, atingiremos o cimo de nossa cauta subida. O medo, com sua física, tanto produz: carcereiros, edifícios, escritores, este poema; outras vidas. Tenhamos o maior pavor, Os mais velhos compreendem. O medo cristalizou-os. Estátuas sábias, adeus. Adeus: vamos para a frente, recuando de olhos acesos. Nossos filhos tão felizes… Fiéis herdeiros do medo, eles povoam a cidade. Depois da cidade, o mundo. Depois do mundo, as estrelas, dançando o baile do medo.

Por Carlos Drummond de Andrade