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Gênesis, GN, 29:21, Então ele disse a Labão: - Dê-me a minha mulher, pois já venceu o prazo, para que eu me case com ela.
Por Gênesis, Antigo TestamentoNossa vida é como um rio, passa rápido e só corre em um única direção: ao mar do esquecimento.
Por Paulo IsmaelQualquer felicidade, não importa o quão breve, parecia melhor do que a tortura, muito latente, de acordar dia após dia sabendo que nunca poderia tê-lo.
Por Becca FitzpatrickE no deslize de dedo acertei em cheio quem tinha que achar Mas de 600 contatos mas é sempre o mesmo que eu quero chamar Vou recair de novo na mesma pessoa Mas quando o beijo é bom anula as outras bocas
Por Diego e Victor HugoSe os comunistas têm razão, então eu sou o louco mais solitário em vida. Se eles estão errados, então não há esperança para o mundo.
Por Jean-Paul SartreLevítico, LV, 14:15, Também pegará o copo de azeite e derramará um pouco na palma da própria mão esquerda.
Por Levítico, Antigo TestamentoGênesis, GN, 29:13, Quando Labão ouviu as novas de Jacó, filho de sua irmã, correu ao encontro dele, abraçou-o, beijou-o e o levou para casa. E Jacó contou a Labão tudo o que havia acontecido.
Por Gênesis, Antigo TestamentoAgora já frio o coração (mas a alma, entretanto, ainda ferida) resta-me a amarga e silenciosa convicção, de só tão tarde ter percebido que nem sequer existi em tua vida.
Por J. G. de Araújo JorgeProstituição ou outro qualquer nome, Por tua causa, embora o homem te aceite, É que as mulheres ruins ficam sem leite E os meninos sem pai morrem de fome! Por que há de haver aqui tantos enterros? Lá no "Engenho" também, a morte é ingrata... Há o malvado carbúnculo que mata A sociedade infante dos bezerros! Quantas moças que o túmulo reclama! E após a podridão de tantas moças, Os porcos esponjando-se nas poças Da virgindade reduzida à lama! Morte, ponto final da última cena, Forma difusa da matéria imbele, Minha filosofia te repele, Meu raciocínio enorme te condena! Diante de ti, nas catedrais mais ricas, Rolam sem eficácia os amuletos, Oh! Senhora dos nossos esqueletos E das caveiras diárias que fabricas!
Por Augusto dos Anjos