Autor: Diôgo Pereira
“Dinheiro é deus morto, mas ainda assim nos ajoelhamos. Ele não nos vê. Não nos ama. Mas imprime silêncio nos corredores das clínicas, nos apartamentos sem janelas, nas decisões entre o pão e o ônibus. E a gente segue, curvado, pagando juros por existir.”