Nota: Trecho de carta escrita a Tania Kaufmann, em 6 de janeiro de 1948.
“Inútil querer me classificar, eu simplesmente escapulo não deixando, gênero não me pega mais.”
“O que me atormenta é que tudo é "por enquanto", nada é "sempre".”
“A virgem em todas as mulheres Toda mulher, ao saber que está grávida, leva a mão à garganta: ela sabe que dará à luz um ser que seguirá forçosamente o caminho de Cristo, caindo na sua via muitas vezes sob o peso da cruz. Não há como escapar.”
Ler frase completa →“Aceitar-me plenamente? É uma violentação de minha vida. Cada mudança, cada projeto novo causa espanto: meu coração está espantado. É por isso que toda minha palavra tem um coração onde circula sangue.”
Ler frase completa →Nota: Trecho de carta escrita a Tania Kaufmann, em 6 de janeiro de 1948.
“Inútil querer me classificar, eu simplesmente escapulo não deixando, gênero não me pega mais.”
“No fundo ela não passara de uma caixinha de música meio desafinada.”
“E ela não passava de uma mulher... inconstante e borboleta.”
Nota: Crônica Dois modos.
Nota: Os pensamentos costumam aparecer unidos na internet, mas pertencem a obras diferentes. O primeiro é de "Água viva" (1998) e o segundo é um trecho do conto Brasília, e está presente no livro "Todos os contos" (2016).
Nota: Trecho do conto Felicidade clandestina.
Nota: Trecho de carta escrita a Tania Kaufmann, em 6 de janeiro de 1948.
Nota: Trecho da crônica Ao correr da máquina.
“Tenho várias caras. Uma delas é quase bonita, outra é quase feia. Sou um o quê? Um quase tudo.”
Nota: Conto Felicidade clandestina.
“Ela acreditava em anjo e, porque acreditava, eles existiam.”
Nota: Trecho do conto Amor.
“Divertir os outros é um dos modos mais emocionantes de existir.”
Nota: Trecho da crônica Escrever.
Nota: Trecho da crônica Quase.
Nota: Crônica Teu segredo.
“Faça com que eu saiba ficar com o nada e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo.”
“O que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesma.”
Nota: Trecho da crônica Se eu fosse eu.
Nota: Trecho citado por Anna Maria Knobel em "Moreno Em Ato", atribuído a Clarice Lispector.