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você me pede afeto mas o teu me aprisiona e muitas vezes eu não consigo respirar então eu não posso te abraçar porque eu tenho medo de você me querer tanto tanto tanto ao ponto de fazer com que eu me anule porque eu tenho medo e a minha existência precisa de liberdade mas apesar de ser parte de você eu não posso mais te habitar apesar de ser parte de você eu preciso aprender a ser eu porque eu tenho medo e você me fez submergir num mar de amor e fúria de mel e sangue porque eu tenho medo mas eu preciso sair de você porque eu não posso mais me esconder atrás dos seus sonhos e dos meus machucados das suas vontades e das minhas dores então é por esse motivo que eu estou te descolonizando de mim e eu sinto muito por te amar tanto mas descobri que eu preciso me amar mais
Por Afeto InterestelarDeus Ilumine, cada dia mais, seus passos, seus sonhos e, "Não menos importante", sua Realidade!!!Amém!!!
Por Edward KlumppIsaías, IS, 43:4, Visto que você é precioso aos meus olhos e digno de honra, e porque eu o amo, darei homens por você e povos em troca de sua vida.
Por Isaías, Antigo TestamentoRuínas (...) Risos não tem, e em seu magoado gesto Transluz não sei que dor oculta aos olhos; — Dor que à face não vem, — medrosa e casta, Íntima e funda; — e dos cerrados cílios Se uma discreta muda Lágrima cai, não murcha a flor do rosto; Melancolia tácita e serena, Que os ecos não acorda em seus queixumes, Respira aquele rosto. A mão lhe estende O abatido poeta. Ei-los percorrem Com tardo passo os relembrados sítios, Ermos depois que a mão da fria morte Tantas almas colhera. Desmaiavam, nos serros do poente, As rosas do crepúsculo. “Quem és? pergunta o vate; o sol que foge No teu lânguido olhar um raio deixa; — Raio quebrado e frio; — o vento agita Tímido e frouxo as tuas longas tranças. Conhecem-te estas pedras; das ruínas Alma errante pareces condenada A contemplar teus insepultos ossos. Conhecem-te estas árvores. E eu mesmo Sinto não sei que vaga e amortecida Lembrança de teu rosto.” Desceu de todo a noite, Pelo espaço arrastando o manto escuro Que a loura Vésper nos seus ombros castos, Como um diamante, prende. Longas horas Silenciosas correram. No outro dia, Quando as vermelhas rosas do oriente Ao já próximo sol a estrada ornavam Das ruínas saíam lentamente Duas pálidas sombras: O poeta e a saudade.
Por Machado de AssisJoão, JO, 8:3, Então os escribas e fariseus trouxeram à presença dele uma mulher surpreendida em adultério e, fazendo-a ficar em pé no meio de todos,
Por João, Novo TestamentoDeuteronômio, DT, 8:16, que no deserto os sustentou com maná, que os pais de vocês não conheciam; para humilhar vocês, para pôr vocês à prova e, afinal, lhes fazer bem.
Por Deuteronômio, Antigo Testamento